quinta-feira, 29 de abril de 2010

Algumas Coisas que Nunca Lembramos (ou não sabemos mesmo)

 
 
Os Sete Pecados Capitais
Gula / Avareza / Soberba / Luxúria / Preguiça / Ira / Inveja.

Os Dez Mandamentos
1º - Amar a Deus sobre todas as coisas
2º - Não tomar o Seu Santo Nome em vão
3º - Guardar domingos e dias de festa
4º - Honrar pai e mãe
5º - Não matar
6º - Não pecar contra a castidade
7º - Não furtar
8º - Não levantar falso testemunho
9º - Não desejar a mulher do próximo
10º - Não cobiçar as coisas alheias.

Os Três Reis Magos
1 - O árabe Baltazar - Trazia incenso, significando a divindade do Menino Jesus.
2 - O indiano Belchior - Trazia ouro, significando a sua realeza.
3 - O etíope Gaspar - Trazia mirra, significando a sua humanidade.

Os Doze Apóstolos
01 - Simão Pedro,
02 - Tiago (o maior),
03 - João,
04 - Filipe,
05 - Bartolomeu,
06 - Mateus,
07 - Tiago (o menor),
08 - Simão,
09 - Judas Tadeu,
10 - Judas Iscariotes,
11 - André,
12 -Tomé.

Após a traição de Judas Iscariotes, os outros onze apóstolos elegeram Matias para ocupar o seu lugar.

Os Doze Profetas do Antigo Testamento
1 - Isaías,
2 - Jeremias,
3 - Jonas,
4 - Naum,
5 - Baruque,
6 - Ezequiel,
7 - Daniel,
8 - Oséias,
9 - Joel,
10 - Abdias,
11 - Habacuque,
12 - Amos.

Os Sete Sábios da Grécia Antiga
1 - Sólon,
2 - Pítaco,
3 - Quílon,
4 - Tales de Mileto,
5 - Cleóbulo,
6 - Bias,
7 - Períandro.

As Musas da Mitologia Grega (a quem se atribuía a inspiração das ciências e das artes)
1 - Urânia (astronomia),
2 - Tália (comédia),
3 - Calíope (eloqüência e epopéia),
4 - Polímnia (retórica),
5 - Euterpe (música e poesia lírica),
6 - Clio (história),
7 - Érato (poesia de amor),
8 - Terpsícore (dança) e
9 - Melpômene (tragédia)

As Sete Cores do Arco-Íris
Vermelho / Laranja / Amarelo / Verde / Azul / Anil / Violeta.






 

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Evolução da Música Brasileira

"EVOLUÇÃO" DA MÚSICA BRASILEIRA
A coisa é séria


- Década de 10:
O rapaz de terno, colete e cravo na lapela, embaixo da janela dela,
canta:

"Tão longe, de mim distante, onde irá, onde irá teu pensamento?
Quisera saber agora se esqueceste, se esqueceste o juramento.
Sabe se és constante, se ainda é meu teu pensamento e minh'alma toda de
fora, da saudade, agro tormento!"


- Década de 20:

Ele, de terno branco e chapéu de palha, embaixo do sobrado em que ela mora, canta:

"O linda imagem de mulher que me seduz!
Ah, se eu pudesse tu estarias num altar!
És a rainha dos meus sonhos, és a luz,
és malandrinha, não precisas trabalhar."


- Década de 30:

Ele, de terno cinza e chapéu panamá, em frente à vila onde ela mora, canta:

"Tu és, divina e graciosa, estátua majestosa!
Do amor por Deus esculturada.
És formada com o ardor da alma da mais linda flor, de mais ativo olor,
que na vida é a preferida pelo beija-flor..."


- Década de 40:

Ele ajeita seu relógio Pateck Philip na algibeira, escreve para a Rádio Nacional e manda oferecer a ela uma linda música:

"A deusa da minha rua, tem os olhos onde a lua, costuma se embriagar.
Nos seus olhos eu suponho, que o sol num dourado sonho, vai claridade
buscar"


- Década de 50:

Ele pede ao cantor da boate que ofereça a ela a interpretação de uma bela bossa:

"Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça.
É ela a menina que vem e que passa, no doce balanço a caminho do mar.
Moça do corpo dourado, do sol de Ipanema.
O teu balançado é mais que um poema.
É a coisa mais linda que eu já vi passar."


- Década de 60:

Ele aparece na casa dela com um compacto simples embaixo do braço, ajeita a calça Lee e coloca na vitrola uma música papo firme:

"Nem mesmo o céu, nem as estrelas, nem mesmo o mar e o infinito não é
maior que o meu amor, nem mais bonito.
Me desespero a procurar alguma forma de lhe falar,
como é grande o meu amor por você..."


- Década de 70:

Ele chega em seu fusca, com tala larga, sacode o cabelão, abre a porta prá mina entrar e bota uma melô jóia no toca-fitas:

"Foi assim, como ver o mar, primeira vez que os meus olhos se viram no teu olhar...
Quando eu mergulhei no azul do mar, sabia que era amor e vinha pra ficar..."


- Década de 80:

Ele telefona pra ela e deixa rolar um:

"Fonte de mel, nos olhos de gueixa, Kabuki, máscara.
Choque entre o azul e o cacho de acácias, luz das acácias, você é mãe do
sol. Linda..."


- Década de 90:

Ele liga pra ela e deixa gravada uma música na secretária eletrônica:

"Bem que se quis, depois de tudo ainda ser feliz.
Mas já não há caminhos pra voltar.
E o que é que a vida fez da nossa vida?
O que é que a gente não faz por amor?"


- Em 2001:

Ele captura na internet um batidão legal e manda pra ela, por e-mail:

"Tchutchuca! Vem aqui com o teu Tigrão.
Vou te jogar na cama e te dar muita pressão!
Eu vou passar cerol na mão, vou sim, vou sim!
Eu vou te cortar na mão! Vou sim, vou sim!
Vou aparar pela rabiola! Vou sim, vou sim!"


- Em 2002:

Ele pára o chevetinho 81, rebaixado, com vidros fumê e no mais alto volume solta o som:

"Abre as pernas, faz beicinho, vou morder o seu grelinho...
Vai Serginho, vai Serginho...
"Vem minina num si ispanta, vô gozá na tua garganta..."


COMO SERÁ 2012 ? Tenho ate medo de saber ¬¬

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Amizade é Para Sempre


Amigos:

Um jovem recém-casado estava sentado num sofá num dia quente e úmido, bebericando chá gelado durante uma visita ao seu pai. Ao conversarem sobre a vida, o casamento, as responsabilidades da vida, as obrigações da pessoa adulta, o pai remexia pensativamente os cubos de gelo no seu copo e lançou um olhar claro e sóbrio para seu filho.

- Nunca se esqueça de seus amigos, aconselhou! Serão mais importantes à proporção que você for envelhecendo... Independentemente do quanto você ame sua família, os filhos que porventura venham a ter, você sempre precisará de amigos. Lembre-se de ocasionalmente ir a lugares com eles; faça coisas com eles; telefone para eles...

Que estranho conselho, pensou o jovem! Acabo de ingressar no mundo dos casados. Sou adulto. Com certeza, minha esposa e a família que iniciaremos serão tudo o que necessito para dar sentido à minha vida!

Contudo, ele obedeceu ao pai. Manteve contato com seus amigos e anualmente aumentava o número de amigos. À medida que os anos se passavam, ele foi compreendendo que seu pai sabia do que falava e foi sentindo que os amigos eram os baluartes de sua vida...

Passados mais de 50 anos, eis o que ele aprendeu:

O Tempo passa.

A vida acontece.

A distância separa.

As crianças crescem.

Os empregos vão e vêem.

O amor fica mais frouxo.

As pessoas não fazem o que deveriam fazer.

O coração se rompe.

Os pais morrem.

Os colegas esquecem os favores.

As carreiras terminam.

 

Mas..... os verdadeiros amigos estão lá, não importa quanto tempo e quantos quilômetros estejam entre vocês. Um amigo nunca está mais distante do que o alcance de uma necessidade, torcendo por você, intervindo a seu favor e esperando você de braços abertos; abençoando sua vida!

Todos nós, quando iniciamos esta aventura chamada vida, não sabíamos das incríveis alegrias ou tristezas que estavam adiante, nem sabíamos o quanto precisaríamos uns dos outros.

Saibam que são os amigos que ajudam a dar sentido à sua vida!!

 

"Em todo tempo, ama o amigo..."

 

Abraços pra vocês e uma ótima e feliz semana!

 

terça-feira, 13 de abril de 2010

Apenas a Língua Portuguesa nos Permite Escrever Isso...

 

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.

Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.

Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.

Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.

Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas.

Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal.

Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem
para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos.
Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.
-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.

Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província.

Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:

-Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.

Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?

-Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro.

Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo.

Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..."

Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar...
Para parar preciso pensar.
Pensei!
Portanto, pronto pararei.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Lembraças do Passado - Relógio de ponto

 

O relógio de ponto "movido" a cartão, aos poucos, está sendo trocado por novas opções de controle de entrada e saída de funcionários. Nos grandes centros urbanos, por exemplo, o chamado ponto eletrônico já permite fazer o lançamento desse controle por computador. Apesar disso, o modelo con­­vencional continua sendo comercia­li­zado, principalmente para construtoras e madeireiras no interior do Brasil. "Ainda existe uma faixa de mercado que absorve es­se pro­du­to. Mas a venda do re­ló­gio con­ven­cio­nal a cartão não atin­ge 5% do nosso fatu­ramento", esclarece Antônio Vi­cen­­te, presidente da Dimas de Melo Pimenta Sistemas de Ponto e Acesso (Dimep). 

Existem atualmente no mercado alternativas mais econômica em relação modelo convencional de relógio de ponto, alguams delas chegando a, uma opção eletrônica 30% mais barata. É ideal para a pequena ou média empresa que necessita ter o controle do ponto sem o uso do cartão propriamente dito. "O sistema me­cânico com cartão exige que, no final do mês, o cartão seja depurado. É preciso saber quem chegou atrasado, quem faltou. O volume de informações é muito grande, e tudo é feito manualmente. Já o ponto eletrônico traz muitas vantagens, entre as quais a apuração de horas normais, atrasos, faltas, total de horas extras através da emissão de um relatório", compara Vicente.

Outro problema, o relógio convencional exige uma limpeza mensal; enquanto a opção eletrônica tem manutenção similar à de uma TV. Devido a sua robustez, é possível en­con­trar modelos mecânicos em funcionamento há mais 20 anos. A tec­no­logia, com toda sua velocidade, sempre trará, com o passar do tempo, modelos mais eficientes. É como compararmos uma máquina de escrever e um computador. Hoje, existem máquinas que ficam 10, 15, 20 anos funcionando, ao contrário do computador, que é absorvido pela nova tecnologia", conclui o representante da Dimep. 
 

Fonte de Pesquisa: Adaptado do Portal Kalunga
 

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Lembraças do Passado - Impressão Matricial

 
As modernas impressoras da HP, Epson, Oki, Lexmark ou Canon, alimentadas por cartuchos ou toners, é o que nos vem à mente sempre que o assunto é impressão, seja a laser ou jato de tinta. Muita gente nem se lembra das impressoras matriciais, uma antiga tecnologia, que usam fitas em tecido de náilon, semelhantes às das máquinas de escrever, e imprimem pelo sistema de agulhas. Pois essas fitas são o carro-chefe da Tex-Print.
 
"As impressoras matriciais ainda são muito comuns no Brasil e no mundo, por isso o mercado de fitas também não acabou. As pessoas têm mania de dizer que a impressora ma­tri­cial comparada com a jato de tinta é mais barulhenta e tem uma impressão inferior. É verdade, porém, entre suas vantagens, está a grande economia de dinheiro", ressalta Sajben.
 
Fonte de Pesquisa: Portal Kalunga
 
 

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Lembraças do Passado

 
Equipamentos já obsoletos para muitos, como máquinas de escrever, mimeógrafos e relógios de ponto, ainda são fontes de ganho para muitas indústrias e solução para muitas empresas, principalmente no interior do País, porém não vá pensando que você  não os encontra nos grandes centro urbanos.
 Sei de muitas pessoas que podem dizer: Eu não acredito em máquinas de escrever, mas que existem, existem. Não creio tampouco em mi­meó­grafos, mas há quem diga ter visto alguns por aí. Também não acredito em... Pois é, esses equipamentos, mais relógios de ponto, impressoras matriciais e aparelhos de fax, que muitos pensavam ter sucumbido na avalancha de mo­der­nidade que assolou o País ou vira­do pe­ças de museu, ainda dão muito trabalho. Esses mesmos descrentes, que não largam o computador nem para dormir, vão ficar ainda mais surpresos ao desco­brir que muitas empresas, entidades e escolas de pequeno porte, sem acesso à in­for­mática, usam, e muito, tais equipamentos. É claro que não vendem tanto quanto na época em que foram lançados, mas pode-se dizer que a obsoles­cência deles ainda está distante, a tal ponto que os fabricantes os mantêm em linha de produção.
 Na escola em que eu trabalho atualmente existe computadores, porém na sala dos professore se encontra um mi­meó­grafo que todos usam (menos eu que evito até mesmo chegar perto ¬¬). E no escritório de contabilidade em que eu trabalhava havia uma maquina de escrever, minha chefe dizia que devido não haver uma versão digital pára o formulário do seguro desemprego, ele deve ser preenchido na maquina de escrever, e digo mais diversos amigos da minha antiga chefe quando viam a maquina de escrever dela ficavam babando nela (só faltavam cultua-la) perguntavam onde ela havia comprado e até mesmo se estava interessada em vende-la.
E o que dizer do acessório, como fitas de máquina de escrever, bobinas de fax, cartões de ponto ou o papel hecto­grá­fico, utilizado como matriz para reprodução de cópias a álcool. Este último, cujo desaparecimento do mercado foi cogitado na década de 1990, cresceu tanto que a Helios Ama­zônia – antiga Helios Carbex – bateu no ano passado seu recorde de produção. Arnaldo Bisso­ni, CEO da empresa, acentua que o mercado continua aquecido e as vendas atingem longínquos pontos do País. Em muitas localidades do Brasil, ainda não existe energia elétrica e muito menos equipamentos sofisticados, por isso a professora prepara sua aula utilizando esse papel. Escreve à mão sobre o mesmo as lições do dia seguinte e usa o mimeógrafo para elaborar cópias para a classe, porém a escola em que eu trabalho se localiza na Cidade de Nova Iguaçu, uma das maiores cidades do estado do Rio de Janeiro e mesmo assim possui sua maquina de mi­meó­grafo.
No segmento de escritórios, a Helios também fabrica o papel carbono, ainda utilizado em docu­men­tos fiscais de balcão e pedidos de vendas, e o corretivo lí­quido, o popu­lar "branquinho". Bis­so­ni en­fatiza que essas linhas têm vida longa. "Não cogitamos descon­tinuá-las. Elas representam aproximadamente 30% do fatura­men­to, incluindo o mercado externo." A maioria dos consumidores está nas regiões norte, nordeste e centro-oeste do Brasil. A demanda é relacionada ao fato desses pontos estarem distantes dos centros tecno­logicamente mais avançados. Segundo o executivo, esses artigos estão atrelados ao processo glo­balizado de desenvolvimento tec­no­­lógico, cada vez mais presente nos gran­des centros urbanos. "Além disso, máquina de escrever não é peça de museu; continuamos produzindo fitas vermelhas e pretas para todos os modelos considerados jurás­sicos", comenta.
 Hoje eu estava no escritório, minha chefe solicitou que eu fosse ao centro de Belford Roxo comprar uma fita de maquina de escrever para substituir a antiga, eu pensei que não encontraria ou que teria que procurar muito para encontra uma, porém na primeira loja em que eu fui havia a lendária fita preta e vermelha.
 
Fitas pa­ra máquinas de escrever e matri­ciais, e diversas outras linhas de produtos, também são o forte da Tex-Print, há 34 anos no merca­do. O diretor de marketing, Luiz Car­los Sajben, diz que as vendas caíram muito, mas elas ainda são comercia­li­zadas. Esses equipamentos ainda existem porque são mais baratos do que outras tecnologias. Porém, é só uma questão de tempo. "A realidade nua e crua é que uma pessoa com um escritório no interior do Pará, mesmo que use atualmente uma máquina de escrever, breve deverá substituí-la por um computador", acres­centa.
 
 
Fonte de pesquisa: Adaptado do Portal Kalunga