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O México por Dentro

Localizado na América Central, entre os Estados Unidos e Belize, o México é um local próprio para férias, com dois litorais – do Caribe, a leste, e do Pacífico, a oeste. É o décimo primeiro país mais populoso e o de maior população de fala espanhola do mundo. Sua capital, a Cidade do México, é a terceira área urbana mais populosa do mundo.
 
Embora o espanhol seja a língua oficial do México, cerca de 16% da população fala apenas um dos dialetos indígenas encontrados em todo o país.
 
O que hoje é o México foi território de três avançadas civilizações ameríndias: Maias, Toltecas e Astecas. Acredita-se que essas civilizações desenvolveram sua própria agricultura, cultivavam milho e estudavam matemática e astronomia. 
 
Em 1519, exploradores e colonizadores espanhóis fundaram Nova Espanha que, por três séculos, foi colônia espanhola. Durante esse tempo, o catolicismo romano cresceu no país. Gradualmente, a Espanha colocou a maior parte do controle do país nas mãos da Igreja Católica. Em 1810, o México declarou sua independência da Espanha, detonando uma guerra de onze anos, que criou o Primeiro Império Mexicano, de curta duração. Em 1857, a constituição tirou o controle da Igreja Católica sobre o governo do estado. Em 1929, Plutarco Elías Calles fundou o que se tornou o Partido Revolucionário Institucional (PRI). Esse partido governou o México pelos setenta anos seguintes.
 
A desvalorização do peso, moeda mexicana, nos anos 1990, empurrou o país para a pior recessão econômica em mais de 50 anos. Hoje, a nação continua sua impressionante recuperação, embora haja freqüentes problemas com desemprego, baixos salários e desigualdade na distribuição de renda. Em 2000, Vicente Fox, do Partido de Ação Nacional (PAN), derrotou o candidato do PRI pela primeira vez desde 1929, na maior eleição livre da história do México, segundo alguns analistas.

Estados Unidos Por Dentro


Os Estados Unidos da América 
do Norte são o terceiro maior país do mundo, tanto em área geográfica como em população. A maior parte desse país localiza-se na região central do continente, entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Outras partes dos Estados Unidos não são conectadas ao continente, como o maior Estado da nação, o Alaska, na extremidade noroeste da América do Norte, e o Havaí, um estado-arquipélago, 
no Oceano Pacífico, a mais de três mil quilômetros de distância da costa sudoeste do continente.
 
O primeiro explorador europeu oficial a chegar ao lugar que viria se tornar os Estados Unidos foi o espanhol Juan Ponce de León, que chegou à Flórida em 1513. Todo o país, na época, era habitado pelos nativos americanos, que chegaram ao continente muito tempo antes. Os espanhóis foram seguidos por comerciantes de peles, franceses, na região dos grandes lagos, que chegaram por onde hoje é o Canadá. Os ingleses chegaram logo depois, estabelecendo várias colônias ao longo da costa atlântica. Em meados do século XVIII, treze colônias britânicas distintas foram estabelecidas.
 
Não contentes com as regras britânicas, os colonos declararam independência dos ingleses no dia 4 de julho de 1776. Pelos 183 anos seguintes, os Estados Unidos se expandiram das treze colônias originais para uma nação com 50 Estados. Partes dos Estados Unidos foram originalmente governadas pelos ingleses, franceses, mexicanos, russos, espanhóis e repúblicas independentes.
 
É um dos países mais etnicamente diversos do mundo, devido, em parte, à política de imigração liberal nos séculos XIX e XX. Sua economia, também, é uma das maiores do mundo. O tamanho do país, os recursos naturais e a revolução industrial do século XIX fizeram dele uma usina de produção.

 
 

A Costa Rica Por Dentro

Conhecida por alguns como a "a Suíça da América Central", a Costa Rica é uma linda nação apertada entre a Nicarágua, ao norte, e o Panamá, ao sul. Esse país tem duas costas, com o Oceano Pacífico no lado oeste e o Caribe no lado leste.

A comparação da Costa Rica com a Suíça provém da região central montanhosa, da próspera indústria de turismo, do governo e economia relativamente estáveis, baixa taxa de criminalidade e sistema previdenciário altamente desenvolvido. Em 1949, o presidente da Costa Rica aboliu seu exército e ainda não tem suas forças armadas estabelecidas. O país tem uma das maiores taxas de expectativa de vida no Hemisfério Ocidental.

Devido à resistência local, dos piratas e desafios ambientais inesperados, os exploradores espanhóis não obtiveram sucesso inicialmente, quando tentaram colonizar a Costa Rica no início de 1500. Em 1563, estabeleceram a resolução definitiva de Cartago, no planalto central. Pelos 258 anos seguintes, Costa Rica foi uma das muitas colônias espanholas no "novo mundo", no Caribe e nas Américas Central e Sul. Em 1821, junto com vários outros países, Costa Rica declarou sua independência, que tem mantido desde então.

Historicamente, os ricos recursos naturais, a indústria agrícola, predominada pelo café, banana, carne, abacaxi e plantas ornamentais, tem impulsionado a economia do país. Embora a agricultura ainda seja importante para a Costa Rica, a indústria turística e a tecnologia dão à nação um alto padrão de vida. Suas praias e florestas tropicais, com imensa flora e fauna, atraem multidões de turistas a cada ano. 
 
 
 

A Libérıa por Dentro

A Libéria foi fundada por escravos libertos dos Estados Unidos, em 1822. É a república mais antiga da África, pois declarou-se país independente em 1847. Por décadas, a Libéria foi conhecida como um dos países mais promissores do subcontinente, devido aos recursos naturais que contribuíram para o desenvolvimento econômico do país.

De 1980 a 2003, entretanto, os 23 anos de guerra civil intermitente devastaram a infraestrutura e empobreceram a nação. A despeito desses obstáculos, o país está se recuperando lentamente e sua economia tem crescido nos últimos anos. 

Com a posse do primeiro presidente democraticamente eleito em décadas, um novo capítulo foi escrito. Desde 2006, quando Ellen Johnson-Sirleaf, primeira mulher eleita presidente na África, assumiu o governo, muitas reformas iniciadas por ela começaram a frutificar. Entretanto, fora da capital, Monróvia, a maior parte do país ainda não tem eletricidade nem água encanada. As taxas de desemprego chegaram a 85%.
 
 

A Dinamarca Por Dentro

Embora pequeno em tamanho, o Reino da Dinamarca, durante sua longa história, tem criado um grande impacto na Europa e no resto do mundo. Conhecido na Idade Média como a terra dos guerreiros Vikings, que chegaram de várias partes da Europa, a Dinamarca de hoje usa seus militares para empreendimentos pacíficos. Como membro fundador tanto das Nações Unidas (ONU) como da North Atlantic Treaty Organization (NATO), a Dinamarca afirma ter enviado, desde 1948, mais equipes para missões de paz que qualquer outro país do mundo. 

A Dinamarca é o país mais ao sul entre os países escandinavos do norte europeu. É constituída de um território principal, Jutlândia, que se estende desde o norte da Alemanha, e uma série de arquipélagos no lado oriental, no Mar Báltico. A Dinamarca também tem duas colônias principais, a Groenlândia e as Ilhas Faroé.

Sua civilização data de pelo menos 1800 a.C. Embora não haja nenhum registro desse período, incrustações nas rochas mostram que os antigos dinamarqueses eram agricultores e que adoravam o Sol. Durante o século XII d.C., o cristianismo chegou à Dinamarca em parte pela influência de reis tribais que queriam fechar acordos comerciais com o Santo Império Romano.

A Reforma Protestante Luterana causou grande impacto na Dinamarca. Quando o Novo Testamento foi publicado pela primeira vez na língua dinamarquesa em 1524, rapidamente tornou-se um best-seller. A essa altura, o catolicismo romano havia se integrado em muitos aspectos do cotidiano dos dinamarqueses e impôs vários impostos sobre a população em geral.

Os dinamarqueses acolheram a independência da ideologia católica romana. Em 1536, o rei dinamarquês Christian III fundou a Igreja Evangélica Luterana da Dinamarca. Hoje, quase todos os dinamarqueses são membros dessa fé, apoiada pelo estado. A monarca, atualmente a Rainha Margarete II, atua como chefe da igreja, tendo um ministro para assuntos eclesiásticos, que é a mais alta autoridade administrativa da igreja. 
 

Chipre por Dentro


Segundo a mitologia grega, Chipre é o lugar em que nasceu Afrodite, a deusa do amor. Na realidade, Chipre, nação insular do este mediterrâneo, tem sido de tudo um pouco, menos o lugar do amor, pois foi disputada por milhares de anos. Chipre foi conquistada e governada pelos impérios sírio, egípcio, persa, romano e britânico.

Hoje, Chipre é um destino turístico popular, em especial para os europeus do norte que buscam praias quentes e tempo seco. A ilha filiou-se à União Europeia (UE), em 2004 e, desde 1º de janeiro de 2008, o euro é sua moeda oficial. Chipre possui forte economia, acima da média na União Europeia. Além do turismo, sua economia depende dos produtos agrícolas, como uvas, frutas cítricas, vegetais e produtos cárneos.

Após ser colônia por gerações, Chipre independeu-se do Reino Unido em 1960. Três anos mais tarde, as tensões entre a maioria cipriota grega e a minoria cipriota turca causaram a eclosão de uma breve guerra civil. Os pacificadores das Nações Unidas chegaram em 1964 e tentaram reduzir as ondas de violência a um mínimo. Foi criada uma zona desmilitarizada, conhecida como linha verde, dividindo o norte, habitado principalmente por cipriotas turcos, do sul, onde a maioria dos cipriotas gregos vivem

A Rússia por Dentro

A Rússia é um grande país que se expande desde o leste da Europa até a região leste da Ásia. Geograficamente, não é apenas a maior nação do mundo, mas também quase o dobro do segundo maior país, o Canadá. A Rússia faz fronteira com a Escandinávia, Oriente Médio, China, os oceanos Ártico e Pacífico, e possui cerca de 38 mil quilômetros de litoral.

 
O país evoluiu a partir do Principado de Muscovy durante o décimo segundo século. Ao longo dos 500 anos seguintes, Muscovy foi sistematicamente amalgamando os territórios adjacentes. No princípio do século XVII, a Dinastia de Romanov estendeu o domínio russo até quase o tamanho atual. Pedro, o Grande, ocidentalizou a Rússia durante o início dos anos 1700 e transformou o país em um grande império europeu.

À medida que o território russo se expandia, entrou em um ciclo de guerras durante as quais não apenas conquistava novos territórios mas defendia seu próprio território. Para que isso fosse possível, os líderes russos aniquilavam qualquer um que discordasse deles. Diferentemente da Europa Ocidental, onde novas ideias floresciam, os intelectuais eram considerados inimigos do Estado, e por essa razão a Reforma protestante não foi amplamente disseminada ali. Entretanto, há relatos sobre a existência de grupos cristãos, guardadores do sábado, que viviam na Rússia durante o século XIV.

 

Fonte: Revista Adventist World

Burundi por Dentro

Ocenário da paisagem do Burundi foi ofuscado por mais de uma década de guerra civil e genocídio tribal. Pequeno em tamanho, o Burundi é um país equatoriano, sem litoral, no coração do centro-leste da África, na região dos Grandes Lagos, delimitado pelo Lago Tanganica, da República Democrática do Congo, Tanzânia e Ruanda. Terra de colinas onduladas e lagos profundos, o Burundi já foi um excelente destino turístico. No entanto, muitos hoje se preocupam mais com o Burundi de passado trágico do que com seu futuro promissor.

Vários reis tribais governaram o Burundi até 1899, quando o rei Mwezi IV concedeu à Alemanha a soberania da nação, que concordou em mantê-lo como monarca, num esforço para preservar certo grau de poder. No fim da I Guerra Mundial, a Alemanha perdeu para a Bélgica o domínio sobre o Burundi. A Bélgica o uniu com Ruanda, que já era uma colônia belga, criando Ruanda-Burundi.

Em 1959, o Burundi separou-se de Ruanda, independendo-se em 1963, embora só tenha sido possível realizar sua primeira eleição presidencial democrática, em 1993. Apenas cem dias após o início do mandato, o presidente foi morto, junto com o presidente de Ruanda, quando o avião em que viajavam foi atingido por tiros, sobre Kigali, Ruanda. Atribui-se a esse incidente o início da violência étnica generalizada entre as tribos de maioria hutu e minoria tutsi, tanto no Burundi como em Ruanda. Mais de 200 mil burundianos foram mortos e centenas de milhares tornaram-se refugiados.

Hoje, o Burundi é uma das nações mais pobres do mundo. Fomes periódicas devastam o país, pois a maior parte dos burundianos depende da agricultura para sobreviver. Apenas 50% das crianças vão à escola e estima-se que aproximadamente 15% dos adultos estão infectados com HIV/AIDS.   

 
Fonte de pesquisa: Extraido do portal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em http://portuguese.adventistworld.org/index.php?option=com_content&view=article&id=355acesso em 15 de Julho de 2009 



Zâmbia por Dentro


Zâmbia é um país interior (sem litoral) da África Austral, situado entre a República Democrática do Congo, ao norte e Zimbábue, ao sul. Localizado logo abaixo da linha do Equador, a maiorparte do país é um alto platô, o que lhe proporciona um clima moderado subtropical. Em Lusaka, a capital, a média de temperatura é de 16 graus centígrados no inverno, e 21 graus no verão.

Em 1855, o famoso missionário inglês, David Livingstone foi um dos primeiros ocidentais a viajar através do que é hoje o Zâmbia, e a descobrir a formidável cachoeira Victoria Falls, no curso do Rio Zambezi.

Desde 1870, cerca de meia dúzia de países europeus brigaram pelo controle da maior parte da África, à procura de recursos naturais. Como parte da "Luta pela África", a Companhia Inglesa Sul-Africana (BSA), em 1888, sob uma carta de proteção do governo britânico, transformou o que hoje é o Zâmbia, em uma nação protegida, a qual chamaram Rodésia do Norte. Zâmbia permaneceu sob o controle da BSA até 1923, quando o governo britânico assumiu o controle até conceder sua independência em 1964.

 
O país tem vastas campinas, salpicadas de árvores. Animais selvagens como leões, elefantes, rinocerontes e antílopes passeiam livremente pelos campos. É um país conhecido por ricos depósitos naturais, especialmente reservas de cobre. No fim da década de 1960, era o terceiro maior produtor de cobre do mundo. Infelizmente, sua dependência da exportação do cobre era tal que à medida que os preços caíram, em meados dos anos 70, a economia do país quase entrou em colapso. Zâmbia ainda depende do cobre para a maior parte do seu comércio externo.

Como a maioria dos países da África sub-Saara, o HIV-AIDS é endêmico ali. A malária e outras doenças fazem com que a expectativa de vida seja de apenas 38 anos. Segundo algumas fontes, mais da metade do país vive abaixo da linha de pobreza do Banco Mundial, ou seja, menos de um dólar por dia.

 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do portal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em http://portuguese.adventistworld.org/index.php?option=com_content&view=article&id=89 acesso em 27 de Maio de 2009 


Nova Zelândia por Dentro

Chamada de Nova Zelândia pelo explorador holandês Abel Tasman, em 1642, em homenagem à província holandesa de Zelândia, a Nova Zelândia é uma nação insular, com 2.100 km ao largo da costa da Austrália. Tasman foi o primeiro europeu a avistar a ilha. Pensando ser uma extensão do continente sul, ainda não descoberto então, Tasman não navegou ao redor da Nova Zelândia e nunca descobriu que ela é um grupo de ilhas totalmente diferente.
 
A Nova Zelândia é composta por duas ilhas principais – Ilhas Sul e Norte – e diversas ilhas pequenas. Um polinésio maori (povo nativo da Nova Zelândia) foi o primeiro a descobrir e a habitá-la, por volta de 800 d.C. Em 1769, o cartógrafo e explorador britânico James Cook a reivindicou como propriedade do Reino Unido. Ele foi o primeiro a mapear todo o litoral e a registrar o nome de Nova Zelândia.
 
Em 1840, um maori assinou um tratado dando a soberania da Nova Zelândia ao Império Britânico, o que lhes permitia manter alguns direitos territoriais. Mais tarde, naquele ano, foi organizado o primeiro assentamento colonial. No entanto, os britânicos e os maoris tiveram problemas de convivência e, em 1843, começou uma série de guerras pelas terras na ilha.
 
Os maoris, finalmente, admitiram a derrota em 1872. Os direitos territoriais continuam a ser um problema significativo na Nova Zelândia, enquanto o governo tenta aliviar o antigo ressentimento dos maoris. Embora a Nova Zelândia tenha recebido sua independência da Grã-Bretanha em 1907, a monarca britânica, Rainha Elizabeth II, é reconhecida como chefe de estado do país.
 
O isolamento da Nova Zelândia em relação ao resto do mundo proporciona uma flora e fauna únicas que chamam a atenção de turistas de todo o globo. Montanhas espetaculares entalhadas nas geleiras, lagos, praias e águas termais atraem os visitantes. Sua economia é considerada uma das dez mais estáveis do mundo. Essa nação insular tem imensos recursos renováveis de energia e usa a hidrelétrica em grande parte do seu consumo de eletricidade. 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do prtal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=539 acesso em 28 de Abril de 2009 

As Filipinas por Dentro

Visitada em 1521 pelo explorador português Fernando Magalhães e colonizada pela Espanha, as Filipinas levaram o nome de Filipe II, então rei da Espanha, embora, por séculos, tenha sido conhecida pelo nome de outros visitantes vindos da China, Índia e Arábia. As Filipinas são um conglomerado de 7.100 ilhas ao largo da costa sudeste da Ásia, entre o Mar do Sul da China e o Oceano Pacífico. As ilhas, na sua maioria, são montanhosas, com estreitas planícies costeiras.
 
Esse arquipélago permaneceu como colônia da Espanha até 1898, quando passou a ser território dos Estados Unidos, como resultado da guerra hispano-americana. Após séculos sob domínio estrangeiro, as Filipinas tornaram-se Estado democrático em 1935. Solicitou-se ao presidente eleito, Manuel Quezon, que preparasse o país para a independência durante um período de dez anos de transição. Mas as ilhas foram invadidas pelo Japão em 1941 e, durante a Segunda Guerra Mundial, as forças aliadas, unidas às Filipinas, lutaram para reconquistar o controle.
 
Os filipinos, finalmente, conquistaram a independência em 1946.
 
 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do portal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em <http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=517> acesso em 23 de março de 2009 

Gibraltar por Dentro


Conhecida por muitos simplesmente por "A Rocha", Gibraltar é um território britânico na costa sul da Espanha, que entregou essa estreita península, de 6,8 quilômetros quadrados, para o Reino Unido como parte do Tratado de Utrecht, em 1713.
 
Devido à importância de Gibraltar para as estratégias militares na foz do mar Mediterrâneo, o Reino Unido construiu ali uma guarnição militar. Em 1830, o governo britânico transformou a guarnição em uma colônia formal. A Grã-Bretanha usava Gibraltar para controlar o tráfico de entrada e saída do Mediterrâneo. Durante a II Guerra Mundial, as forças Aliadas lançaram de Gibraltar ataques contra as forças Axis, no norte da África.
 
Nos primeiros anos da década de sessenta, o Reino Unido considerou a possibilidade de conceder independência a Gibraltar, mas a Espanha alegou, então, ter soberania. Em 1967, os gibraltarinos votaram um referendo para permanecerem como parte do Reino Unido. No fim da década de noventa, o Reino Unido manteve diálogo com a Espanha sobre a partilha da soberania de Gibraltar. Novamente os gibraltarinos realizaram referendo e votaram majoritariamente para permanecerem como súditos britânicos. Então, Gibraltar, o Reino Unido e a Espanha assinaram um acordo pelo qual a Espanha concordou em remover determinadas restrições, ao passo que o Reino Unido concordou em compensar os espanhóis que estavam empregados em Gibraltar antes de fecharem a fronteira, em 1969; e Gibraltar concordou em permitir à Espanha a abertura de um centro cultural onde a bandeira espanhola pudesse ser hasteada.
 
Hoje, Gibraltar é uma cidade com vinte e nove mil habitantes, localizada no sopé do Rochedo de Gibraltar, de 426 metros. Devido à densidade do território, a maioria das pessoas mora em apartamentos e trabalha para o governo nas docas ou na indústria do turismo. Os acordos comerciais com a Espanha são importantes porque todos os alimentos têm de ser importados, uma vez que não há terrenos agrícolas. 
 
 
 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do prtal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em <http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=498> acesso em 10 Fevereiro de 2009. 

A República Democratica do Congo por Dentro


A República Democrática do Congo foi conhecida como Zaire, Estado Livre do Congo e Congo Belga. Para muitos, evoca a lembrança de guerra, calamidades naturais e agitações políticas.
 
Não devendo ser confundido com o país vizinho, a República do Congo, a República Democrática do Congo, ou RD Congo, foi colonizada pela Bélgica em 1908. Em 1960, o Congo recebeu sua independência, mas os anos seguintes foram marcados por instabilidade política e social. Em 1965, Joseph Mobutu deu um golpe de estado, declarou-se presidente e mudou o nome do país para Zaire.
 
Mobutu permaneceu como presidente por 32 anos. Em 1994, um grande influxo de refugiados da vizinha Ruanda e Burundi deflagrou uma guerra civil que acabou derrubando o governo de Mobutu. Três anos mais tarde, Laurent Kabila tornou-se presidente e mudou o nome do país para República Democrática do Congo. No ano seguinte, mais combates eclodiram. O cessar-fogo foi assinado em 1999, mas os combates esporádicos continuaram. Em 2001, Kabila foi assassinado e seu filho, Joseph Kabila, foi nomeado chefe de estado.
 
Em 17 de janeiro de 2007, o vulcão Nyirangongo eclodiu na região oriental da RD Congo, perto de Goma, deixando cento e vinte mil pessoas desabrigadas. Logo após a erupção, quatrocentas mil pessoas tiveram de ser evacuadas da cidade. Seis meses mais tarde, o vulcão Nyamurangira, na mesma região, também eclodiu. Ambos os vulcões ainda estão ativos.
 
Localizada no coração da África sub-Saara e circundado por nove países, incluindo Angola, Sudão, Tanzânia e Zâmbia, a República Democrática do Congo espalha-se pela linha do Equador, o que lhe propicia grande quantidade de chuva e a mais alta frequência de temporais do mundo. As chuvas tropicais são superadas apenas pela região amazônica.
 
O terreno e o clima fazem com que as viagens por via terrestre sejam muito difíceis. Com poucas rodovias ou estradas de ferro em bom estado, as pessoas são forçadas a depender dos milhares de quilômetros de vias fluviais navegáveis desse país transversal.
 
A população aumentou de 47 para 63 milhões na última década. Aproximadamente 250 grupos étnicos vivem no país, onde são falados cerca de 700 dialetos locais. 
 
 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do prtal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em <http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=6478> acesso em  07 de janeiro de 2009 

A Bolívia por Dentro


A Bolívia é um país sem acesso ao mar, localizado perto do centro da América do Sul. Pelo lado ocidental, é cercado pelas majestosas montanhas dos Andes, com seus picos cobertos de neve, que margeiam o altiplano de clima seco.

A nação é rica em recursos naturais, sendo líder na produção de estanho. Porém, as freqüentes guerras e instabilidade política atrapalharam seu crescimento econômico.

Os espanhóis dominaram e governaram os habitantes nativos por 1.500 anos, até 1825, quando a Bolívia conquistou sua independência. O novo país ganhou o nome de Simon Bolívar, general venezuelano que ajudou a Bolívia, entre outros países sul-americanos, a se tornar independente da Espanha.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do prtal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em <http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=229> acesso em 07 de janeiro de 2009 

Angola por Dentro



Localizada bem ao sul do equador, ao longo do sul da África, no litoral do Oceano Atlântico, entre Namíbia e a República Democrática do Congo, Angola está sendo reconstruída após mais de 25 anos de guerra.         
 
Angola conquistou sua independência de Portugal em 1975, após 400 anos de colonialismo. A guerra eclodiu tão logo diferentes facções políticas começaram a lutar pela supremacia governamental. A paz foi estabelecida em 2002, quando o líder da União Nacional para a Total Independência de Angola (UNITA), Jonas Savimbi, morreu, deixando o líder da facção opositora, José Eduardo dos Santos, do Movimento Popular para a Liberação de Angola (MPLA), como presidente. Uma eleição presidencial está planejada para 2009.
 
Segundo alguns repórteres, cerca de 1,5 milhões de pessoas foram mortas durante os 27 anos de guerra civil. Mais de quatro milhões de refugiados angolanos sofreram, deixaram o país, ou simplesmente fugiram para outras regiões de Angola.
 
Devido à generalização dos riscos para a saúde, Angola tem uma expectativa de vida relativamente baixa, de menos de 38 anos.
 
Nos últimos anos, a economia do país tem se transformado, saindo da desordem da guerra civil para ocupar o lugar de segunda economia que mais cresce na África, e uma das que mais crescem no mundo. É o segundo maior produtor de petróleo e diamante da África sub-Saara e, recentemente, tornou-se membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). Cerca de 85% da economia de Angola está baseada na indústria do óleo. As reconstruções pós-guerra e o retorno dos refugiados ajudaram a estimular a construção civil, bem como a indústria da agricultura.     
 
 
 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do prtal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em <http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=422> acesso em 06 de Setembro de 2008 


A Alemaha por Dentro


 
 
Embora tenha sido o berço da Reforma Protestante, há menos adventistas na Alemanha, hoje, do que em muitas partes das Américas, África, Ásia e Sul do Pacífico. Como na maior parte da Europa, o pós-modernismo e secularismo fizeram da Alemanha um lugar difícil para a pregação do evangelho. Mais de um quarto dos alemães modernos não sentem necessidade de Deus e não praticam nenhuma religião.

A região da Europa Central, onde está a Alemanha, já era conhecida como Germânia, no ano 100 d.C. Carlos Magno uniu boa parte da Europa central e ocidental no ano 800 d.C, como parte do Santo Império Romano, que permaneceu até 1806. Durante o século XVI, o monge e teólogo Martinho Lutero iniciou a Reforma Protestante, no norte da Alemanha, e mudou o curso do cristianismo ocidental.

Após a Primeira Guerra Mundial, a Alemanha passou por uma depressão econômica e uma série de governos instáveis. Em 27 de fevereiro de 1933, o Reichstag, prédio do parlamento alemão em Berlim, pegou fogo. Esse evento é considerado por alguns como o catalisador que motivou a ascensão do partido nazista e conduziu Adolf Hitler ao poder.

Seis anos mais tarde, a Alemanha atacou a Polônia, desencadeando a Segunda Guerra Mundial. Após a guerra, a administração da Alemanha foi dividida entre França, União Soviética, Reino Unido e Estados Unidos. Posteriormente, a França, Inglaterra e os territórios americanos uniram-se como Alemanha Ocidental. O setor soviético tornou-se Alemanha Oriental.

Durante a maior parte do século vinte, a Alemanha foi o cerne da batalha pela supremacia entre a Europa Ocidental e a Oriental. A própria Berlim, localizada na metade oriental da Alemanha, foi dividida entre os dois lados.

Após o desmantelamento da União Soviética no fim dos anos 1980, foram investidas grandes quantias de dinheiro para melhorar a infra-estrutura da Alemanha Oriental e para criar um sistema de segurança social abrangente. Hoje, a Alemanha possui uma das economias mais fortes do mundo e os alemães desfrutam de um alto padrão de vida e relativa paz.

É o segundo país mais populoso na Europa (depois da Rússia) e abriga a terceira maior população de imigrantes do mundo.

 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do prtal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em <http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=403> acesso em 19 de Setembro de 2008 


Mianmar por Dentro



 
 
 
Situado ao sul da China e a oeste da Tailândia, Mianmar é um lindo país com encantadoras montanhas e rica herança cultural. Há doze grupos culturais no país. Entretanto, o governo reconhece 135 diferentes tribos. Esse país, também conhecido como Burma, é famoso pelos vários e pitorescos templos budistas. Pessoas de todas as partes do mundo vão ali para adorar Buda e visitar as belas estruturas cônicas, em branco ou dourado. Uma vez que 90% da população de Mianmar são budistas, é comum ver monges andando pelas ruas, com roupas coloridas.

A história de Mianmar remonta ao ano 900 d.C. Muitos reinos subiram e caíram até 1824, quando a Grã-Bretanha iniciou uma guerra que durou 62 anos e terminou com a Inglaterra incorporando a Birmânia (como era chamada naquela época) ao Império Indiano, em 1886. Em 1948, Mianmar independeu-se, tornando-se república democrática. 

 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do prtal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em <http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=383> acesso em 28 de Agosto de 2008 





Conheça o Cazaquistão

O Cazaquistão se localiza na Ásia Central, ao sul da Rússia. Durante a época da União Soviética grande parte da população russa e ucraniana, bem como outros grupos étnicos imigraram para o Cazaquistão. Atualmente, nem 60% das pessoas que vivem ali são Cazakh, e cerca de 30 a 40% são russas e de outras nacionalidades. Os Cazakhs são tradicionalmente muçulmanos, enquanto os russos seguem a igreja ortodoxa cristã. Os cazakhs geralmente vivem nas cidades menores e nas áreas rurais, enquanto os russos e outras populações têm a tendência de viver na região norte e nas grandes cidades.

Fonte de pesquisa: Extraído do Portal Informativos- adultos da CPB- Casa Publicadora Brasileira. Disponível em <http://www.cpb.com.br/htdocs/periodicos/informativos/adultos/2008/inf1312008.html>, acesso em 10 de julho de 2008.

O Canadá por Dentro

 
Localizado entre os oceanos Atlântico, Pacífico e Ártico, o Canadá é freqüentemente citado como modelo de como pessoas de culturas diferentes, que vivem em comunidades completamente distintas, podem conviver em paz e prosperidade. Ocupando a maior parte da região setentrional da América do Norte, o território canadense varia de vilas de pescadores na costa leste, metrópoles como Montreal, Toronto e Vancouver, às grandes planícies do centro do Canadá e as Montanhas Rochosas do oeste.

Durante o século XVII, a Grã-Bretanha e a França, super-poderes europeus na época, estabeleceram colônias no Canadá. Em 1763, a França cedeu o controle dos seus territórios após ser derrotada pela Grã-Bretanha na Guerra dos Sete Dias, fazendo de todo o Canadas, como era conhecido na época, parte do império britânico. Em 1867, o Parlamento Britânico promulgou a lei britânica na América do Norte, que criou o Domínio do Canadá. Esse foi o princípio do caminho rumo à liberdade do país, que aconteceu em 1982. O Canadá, hoje, é totalmente independente, embora ainda reconheça a monarquia britânica como cabeça de seu estado e continue membro da Comunidade das Nações.

As culturas francesa, inglesa e indígena, conhecida como "Primeira Nação", influenciaram grandemente a cultura canadense. Colonizadores franceses mantiveram sua identidade e, hoje, seus descendentes compõem a maior parte da província de Quebec, na região oriental. Cerca de 75% dos canadenses vivem nos 160 km da região sul, fronteira com os Estados Unidos. O resto do Canadá é escassamente habitado. Na realidade, ele tem uma das menores densidades populacionais, per capita, do mundo.

O Canadá tem dois idiomas nacionais: inglês e francês. Entretanto, alguns dos territórios do norte têm idiomas oficiais da Primeira Nação. Há, ainda, um movimento para fazer do francês o único idioma na província de Quebec.  

 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do prtal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em <http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=364> acesso em 03 de julho de 2008 





A Tailândia por Dentro

 

A Tailândia é uma nação com beleza natural, rica em cultura e uma herança religiosa peculiar. Os habitantes da "Terra do Sorriso" são conhecidos por seu calor, hospitalidade e gentileza.

A Tailândia é a única nação a sudeste da Ásia que nunca foi colonizada pelo poder europeu. Foi governada pela dinastia Chakri desde 1782, embora em 1932 o país tenha se tornado uma monarquia constitucional. No ano de 2007, o rei Bhumibol Adulyadej completou seu sexagésimo ano de reinado. Embora ele não dirija os problemas do dia-a-dia do governo, o povo o respeita e estima.

A despeito de a maioria dos tailandeses serem budistas, outros grupos de pessoas vivem no país. O sul da Tailândia é predominantemente muçulmano. Nos últimos anos, essa região tem experimentado muita violência pela tensão entre vários grupos. O governo atual tem negociado a paz para a região com os líderes dos grupos do sul.        

O maior grupo de minoria étnica na Tailândia é o thai-chinês, mas eles são muito importantes nos negócios da nação. Estima-se que 49% dos residentes de Bangkok sejam parcialmente descendentes dos chineses.     

Outro grupo inclui os Hmong, Shan, Khmer, Karen, Mien, Akka, Lahu e outros grupos tribais que habitam os limites do norte do país.

 
 
 
Fonte de pesquisa: Extraido do prtal da adventist World em língua portuguesa, disponivel em <http://portuguese.adventistworld.org/article.php?id=247> acesso em 02 de junho de 2008 



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