terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Aventuras Literárias: "Amor de Natal" de Leo Buscaglia


Oi.

Nesta época entre o natal e o fim de ano eu gosto de ler livros que tenham referencias à essas datas. Esse ano o livro que eu escolhi para ler foi o livro “Amor de Natal” do autor ítalo-americano Leo Buscaglia.
Esse livro relata diversas experiências que o autor teve em diversas fases da sua vida, como infância, juventude, na fase adulta. O interessante deste livro é que mostra-nos que o Natal é uma época única do ano e que nossa vida corrida vem substituindo o verdadeiro sentido do natal por coisas materiais, que o autor se refere como "armadilhas de um natal comercializado" (Pag. 74).

Em certo trecho do livro o autor diz que “Nós, seres humanos, temos uma característica estranha e inexplicável; parece que só damos valor às coisas quando surge a possibilidade de perdê-las. Coisas sem importância, que nem sempre merecem nossa atenção, adquirem novo significado. Começamos a ver com mais clareza o modo como às vezes nos perdemos no trivial e insignificante. Perguntando-nos como foi que encontramos tantas coisinhas bobas para nos irritar, ou por que deixamos de parar um instante para sentir a beleza dessa época e o encantamento de dar e receber.
Perguntei-me como é que  nos tornamos insensíveis à qualidade revigorante do ar, à beleza dos enfeites de natal, ao aroma das comidas especiais, à excitação, aos abraços, às risadas, aos beijos. [...].” (Pag. 107)

Ao partilhar suas experiências pessoais o autor deseja que nos recordemos de nossas próprias lembranças de natais passados e recuperar sentimentos de alegria, paz amor e esperança que na verdade é o real sentido dessa festa.

Quem é Leo Buscaglia: Italo-americano, Leo Buscaglia foi professor e escritos, sendo seu principal assunto o “amor”, seu primeiro livro foi publicado em 1972, no ano de 1995 esteve no Brasil, quando proferiu diversas palestras. Faleceu no ano de 1998 de ataque cardíaco.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Como se celebra o natal na China

Para os países maioritariamente católicos, o natal é sem dúvida o acontecimento mais importante do ano. Nele celebramos o nascimento de Jesus num ambiente de alegria que começa várias semanas antes do 25 de Dezembro e culmina com a chegada dos Reis Magos a 7 de Janeiro. Mas, claro que no mundo nem todas as nações podiam contar com as mesmas tradições, por isso quando o natal se aproxima costumamos perguntarmo-nos como o passarão os países de culturas diferentes que se encontram tão longe de nós.

A China é um país com uma minoria católica, pelo que o natal não é uma festa importante. Para este povo a verdadeira celebração é o fim do ano lunar, em que o país inteiro se reúne em família para dar as boas vindas ao novo ano com um impressionante show de fogo de artifício. Então, mas acontece algo no natal nesta nação?

Sim. Claramente as famílias católicas, como acontece neste lado do mundo, reúnem-se para celebrar o nascimento de Jesus, partilham um jantar e os mais pequenos esperam pelos presentes que o Papai Noel trás.

Algumas famílias modernas que vivem sobretudo nas capitais, encontram também nesta festa comercial (para os não católicos) uma desculpa perfeita para se reunirem, jantar juntos e partilhar alguns presentes. No entanto, não há um conceito de união, paz ou espiritualidade como nos outros países do mundo, é mais uma festa claramente comercial.

Os centros comerciais turísticos e as cadeias de supermercados internacionais decoram as suas montras, colocam músicas de natal e fazem os estrangeiros católicos viverem o ambiente natalício a que estão acostumados nesta época. No entanto, o 25 de Dezembro não é feriado nem se celebra realmente nada de especial.

Muitos grupos de jovens saem para jantar juntos em locais de comida internacional para se divertirem um pouco e contagiarem-se com o espírito de natal, que apesar de não fazer parte da sua cultura continua a ser uma grande desculpa para passarem um bom momento juntos.

Fonte: http://festa.umcomo.com.br/articulo/como-se-celebra-o-natal-na-china-4656.html

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Sugestão de Presente de Natal


Já pensou no que você vai dar para seu filho ou filha neste Natal?

Eu tenho uma sugestão, neste Natal de um livro de presente, seu filho vai gostar.

Dê livros que contem histórias divertidas e interessantes, que contenha ilustrações que o atraia.
O habito da leitura deve ser cultivado desde cedo nas crianças, para que estas crianças possam se tornar adultos leitores.

Para esse natal posso sugerir os livros; "Os medos de Lili" e "Casa de Papel", ambos da escritora Lilian Meneguci.



"Os medos de Lili" (ilustração de Gê Viana e Ligia Yamaguti): "Chamar os medos pelos nomes que eles têm é uma aventura que cresce com cada um de nós. Essa é a essência da narrativa deste livro. O público infantil, imediatamente, se reconhece com ele. Os adultos, contudo, também não resistem. Isso porque medo todo mundo tem", disse Lilian.



"Casa de Papel" (capa de Gê Viana e ilustrações de Gustavo Machado): é a tentativa de habitar poeticamente o mundo. São 20 poemas ilustrados. Com isso, autora, ilustrador e leitores seguem brincando e reinventando múltiplos papéis. "As palavras, as ilustrações, as sonoridades, disse a autora, são resultados das primeiras curiosidades, brincadeiras e invenções de cada um de nós. Cada um é convidado a ser construtor da sua própria forma de habitar a Casa de Papel. Vida que se renova!"




Quem é Lilian Meneguci: Sou Lilian, que significa Lírio. Capixaba da gema. Torcedora do Flamengo. Amante de pizzas. Gosto de pipoca com queijo e filme de aventura. Adoro tomar banho de chuva, no palco e fora dele. Ainda sinto o cheiro dos bolinhos com canela e biscoitos feitos pela vó Maria. Tomar sorvete no inverno está entre minhas delícias preferidas, mas não dispenso uma boa xícara de café com leite e pão quente com manteiga (em qualquer estação). Amo as letras, mesmo antes de ter aprendido a ler e a escrever. Sinto cócegas com risos largos e gargalhadas gordas. Azul, minha cor preferida. Borboletas, inspiração. O mar, ensinamento. A vida, exemplo de criatividade. Crio meus universos por meio das palavras, sempre com pitadas de diferenças e diversidade. Gosto de coisas simples, assim como as complexas.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

1889 - Lei do Banimento


Um dos primeiros decretos do governo provisório da República, datado de 15 de novembro de 1889, proibia a família imperial de residir no país e lhe concedia uma dotação de cinco mil contos para que ela pudesse se estabelecer na Europa, podendo ainda o Imperador, bem como seus familiares, disporem dos bens que possuíssem no território nacional pela forma mais conveniente que lhes parecesse. D. Pedro recebeu a mensagem que comunicava essa decisão e lhe dava o prazo de 24 horas para deixar o Brasil, e decidiu atendê-la, mas recusando a dotação. Assim sendo, na madrugada de 17 de novembro ele partiu para o exílio levando a família, encerrando dessa forma os 67 anos de regime monárquico no país. Suas palavras, quando do embarque, foram as seguintes: "É a minha aposentadoria. Já trabalhei muito. Irei descansar. Afinal sou livre. Posso ir para onde bem quiser".

Sobre esse episódio, o jornal A Tribuna, de Santos, SP, edição de 07 de julho de 1972, em matéria assinada pelo jornalista Alcindo Gonçalves, intitulada "Caderno Comemorativo do Sesquicentenário", assim se manifestou:

"No dia 16 de novembro de 1889, Dom Pedro II acordou mais tarde do que de hábito. Às 11 horas soube que uma insurreição estava em curso e tal problema fez com que reunisse toda a família e, em trem especial, partisse de Petrópolis, onde se encontrava, para o Palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Havia tensão no ar, mas nada, ou ninguém, sabia ao certo o que se estava passando. Às 15 horas o major Solon Ribeiro, comandante da Cavalaria, chegava ao Palácio e, levado à presença do Imperador, apresentou-lhe o documento que dizia, em síntese: 'Os sentimentos democráticos da Nação, há muito preparados, despertaram agora. Obedecendo, pois às exigências do voto nacional, com todo o respeito à dignidade das funções públicas que acabais de exercer, somos forçados a notificar-vos de que o Governo Provisório espera de vosso patriotismo o sacrifício de deixardes o território brasileiro, com a vossa família, no mais breve prazo possível'. Vinte e quatro horas para deixar o Brasil. E - acrescente-se - para sempre".

Durante a viagem D. Pedro II escreveu a seguinte carta: "À vista da representação escrita que me foi entregue hoje às 3 horas da tarde, resolvo, cedendo ao Império das circunstâncias, partir com toda minha família para a Europa amanhã, deixando essa Pátria, de nós estremecida, a qual me esforcei para dar constantes testemunhas de entranhado amor e dedicação durante quase meio século em que desempenhei o cargo de Chefe de estado. Ausentando-me pois eu com todas as pessoas da minha família conservarei do Brasil a mais saudosa lembrança, fazendo ardentes votos por sua grandeza e prosperidade. D. Pedro de Alcântara. Rio de Janeiro 16 de Novembro de 1889, sexagésimo sétimo ano do Império".

No dia 28 de dezembro do mesmo ano, cerca de 40 dias após o banimento, a imperatriz Tereza Cristina morreu em um hotel de Lisboa. Pouco antes do falecimento, ela confidenciou à Baronesa de Japurá: "- Maria Isabel, eu não morro de doença. Morro de dor e de desgosto".

D. Pedro II mudou-se então para a França e passou a residir no Hotel Beldford, em Paris, que não era o maior nem o mais luxuoso da cidade, mas um recanto sossegado e confortável que o atraiu. Em novembro de 1891, uma ferida no pé o impediu de continuar saindo de casa, e pouco depois uma pneumonia agravou seu estado de saúde. No dia 5 de dezembro o Imperador do Brasil, sem coroa e sem pátria, morreu em terra distante.

D. Pedro II nasceu no Palácio de São Cristóvão, Rio de Janeiro, a 2 de dezembro de 1825. Filho de D. Pedro I e sua mulher, a Imperatriz Leopoldina, recebeu na pia batismal o nome de Pedro de Alcântara João Carlos Salvador Bebiano Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Gonzaga.

Foi aclamado a 7 de abril de 1831, no dia da abdicação de seu pai, tendo como tutor José Bonifácio de Andrada e Silva. Proclamado maior a 23 de julho de 1840, foi coroado a 18 de julho do ano seguinte. Seu reinado teve início, portanto no dia da proclamação de sua maioridade, e terminou com o advento do regime republicano. Expulso pelo novo regime, deixou a pátria formulando "ardentes votos por sua grandeza e prosperidade", para morrer em Paris dois anos depois, triste e esquecido. A França lhe deu funerais régios, fazendo depositar o corpo no Panteão dos Bragança, no Convento de São Vicente de Fora, em Lisboa.

Em 3 de setembro de 1920, o decreto 4120, revogando os artigos 1º e 2º do Decreto 78-A, autorizou o translado para o Brasil dos despojos mortais do ex-Imperador Dom Pedro II e de sua esposa Dona Teresa Cristina.

O artigo 2º desse documento, assinado pelo presidente Epitácio Pessoa, diz que "Fica o Poder Executivo autorizado a, mediante prévio consentimento da família do ex-Imperador Dom Pedro II e do Governo de Portugal, transladar para o Brasil os despojos mortais do mesmo e os de sua esposa Dona Teresa Cristina, fazendo-os recolher em mausoléu condigno e para tal fim especialmente construído".

Os restos mortais do imperador e sua esposa, repousam hoje em Petrópolis, Rio de Janeiro, na Catedral cuja construção teve início sob seu generoso patrocínio

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Foi criada a 1ª WebRádio sobre cultura indígena no Brasil.


Fan Page: https://www.facebook.com/radioyande

Twitter: @radioyande

Site: http://radioyande.com/


Yandê significa "você" e todos "nós", como diz o ditado, tudo que fazemos juntos fica melhor, é com esse conceito que nós do Grupo de Comunicação Yandê trabalhamos.

Temos como objetivo a difusão da cultura indígena através da ótica tradicional, mas agregando a velocidade e o alcance da tecnologia e da internet. Nossa necessidade de incentivar novos "correspondentes indígenas" no Brasil, faz com que possamos construir uma comunicação colaborativa muito mais forte, isso comparada as mídias tradicionais de Rádio e TV.

Estamos certos, de que uma convergência de mídias é possível, mesmo nas mais remotas aldeias e comunidades indígenas, e que isso é uma importante forma de valorização e manutenção cultural.

Nossa grade de programação possui programas informativos e educativos que trazem para o público um pouco da realidade indígena do Brasil.
Desfazendo antigos esteriótipos e preconceitos ocasionados pela falta de informação especializada em veículos de comunicação não indígenas.

Nossa sede é no Rio de Janeiro, mas nossa rede de comunicação é nacional.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Veneno Natural para Ratos - Utilidade Publica.


Nossos cientistas são feras mesmo!
Método usado por criadores de pássaros!
COMBATENDO OS RATOS.

"Mudei-me há poucos meses para o primeiro andar de um prédio e, como todo paulistano, estou sendo vítima desses indesejáveis hóspedes...
Pergunta daqui, pergunta dali...
Uma amiga me disse que feijão triturado matava ratos, mas não detalhou.
Fui pesquisar e descobri esse estudo da Universidade Federal de Pelotas".

Como fazer:

a) Pegue uma xícara de qualquer feijão cru (sem lavar mesmo);

b) Coloque no multiprocessador ou liquidificador (SEM ÁGUA);
c) Triture até virar uma farofinha bem fininha, mas sem virar totalmente pó.

Onde colocar:

Coloque em montinhos (uma colher de chá) nos cantos do chão;

a) Perto das portas;

b) Janelas (SIM... eles escalam as janelas...)
c) Atrás da geladeira;
d) Atrás do fogão;
e) À beira de esgotos, de córregos e valas, em ruas e/ou alamedas, por exemplo.
OBS.: O custo é muito barato e a eficácia é muito elevada!

O rato come essa farofinha, mas não tem como digerir o feijão (cru), por falta de enzimas digestivas ou substâncias que digerem feijão cru. Isso causa aos ratos envenenamento natural por fermentação. Todos os que ingerem morrem!

A população de ratos se extingue em três dias no entorno da área em que o farelo do feijão cru foi colocado.
DETALHE IMPORTANTE:

a) Ao contrário dos tradicionais venenos (Racumim, por exemplo), o rato morre e não contamina animais de estimação. E a quantidade de feijão que ele ingeriu e o matou é insuficiente para matar um cão ou gato, mesmo porque estes gostam de MATAR pra comer... Mas animal morto, eles não comem. E não há evidências de que o farelo do feijão cru faça mal a gatos e cachorros, pois, eles têm enzimas digestivas capazes de metabolizar esse alimento.

b) Se tiver crianças pequenas (bebês), ainda em período de engatinhamento, que colocam tudo na boca, não faz mal algum, pois o feijão para o ser humano, mesmo cru, é digerido. Mesmo assim, é preciso colocar o "veneno" em lugares seguros, longe do alcance das crianças, isto é, onde crianças não costumam transitar, porque a urina de ratos, em alimentos (no feijão triturado, no caso) pode conter Leptospirose, contaminação microscópica que pode matar seres humanos de qualquer idade, se não tratadas a tempo! Só isso, como cuidado!

DIVULGUEM!

NÃO TEM CONTRA INDICAÇÃO.
REPASSEM, POR FAVOR!
O MEIO AMBIENTE E A SAÚDE DE TODOS AGRADECEM!
VAMOS PARAR DE UTILIZAR PRODUTOS QUÍMICOS A TODO MOMENTO!

domingo, 4 de agosto de 2013

19:00 - A Voz do Brasil!

Getúlio Vargas criou o programa A Hora do Brasil (hoje A Voz do Brasil) em 22 de julho de 1935

"O mais antigo programa de rádio do país era transmitido, pela primeira vez, em um dia como este, no ano de 1935. Estamos falando de "A Voz do Brasil", um noticiário radiofônico público, que vai ao ar diariamente em praticamente todas as emissoras de rádio aberto do Brasil, entre 19h e 20h, horário de Brasília.

O programa foi criado durante o governo de Getúlio Vargas e, até 1962, recebeu o nome de "A Hora do Brasil", com veiculação obrigatória, para divulgar atos do Poder Executivo. Em 1962, a partir da entrada em vigor do Código Brasileiro de Telecomunicações, o Poder Legislativo passou a ocupar os 30 minutos finais do programa. Em 1971, durante o governo Médici, o nome "Hora do Brasil" mudou para "A Voz do Brasil". Mais tarde, o Poder Judiciário passou a ocupar os últimos cinco dos 30 minutos iniciais. O Tribunal de Contas da União usa esporadicamente o minuto final do programa obrigatório.

O tema inicial de "A Voz do Brasil" é O Guarani, de Carlos Gomes. A música já recebeu versões em samba, choro e capoeira."

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Real Horto - Imperial Jardim Botânico, ou simplesmente Jardim Botânico do Rio de Janeiro.


Fundado em 1809, por S.A, o Príncipe Dom João. Na foto vemos a alameda de Palmeira Imperiais trazidas de outras partes do mundo e que foram aclimatadas no Brasil.

Símbolo do Império, a Palmeira Imperial era as vezes ofertadas as pessoas mais íntimas da Família Imperial.

Infelizmente a árvore plantada por Dom João VI foi fulminada por um raio em 1972. Desde então a "Palma Mater" do Jardim Botânico, foi substituida pela "Palma filia", que foi replantada no lugar.

As palmeiras obtidas clandestinamente por Luiz de Abreu Vieira e Silva, que as ofereceu a dom João VI. 
Quando foi plantada por dom João VI, a primeira Roystonea oleracea (Palmae) brasileira passou a ser conhecida como palmeira-imperial. 

A Palma Mater floresceu pela primeira vez em 1829. Deste exemplar plantado em 1809, descendem todas as palmeiras-imperiais do Brasil, daí sua denominação de Palma Mater.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Olhos de Boi – do primeiro ao último dia

No dia 1 de agosto de 1843 o Brasil mudou a forma de pagamento da correspondência. Ela deveria ser paga antecipadamente na forma de um pequeno pedaço de papel gomado.
Antes o pagamento era realizado no destino e de acordo com a distância e o meio empregado no transporte. Com esta gigantesca reforma postal nasciam os famosos Olhos de Boi. Começaram a circular no Rio de Janeiro (Corte) no dia 1 de agosto de 1843.
Na época a comunicação era precária. Os moradores distantes da Corte estavam acostumados a pagar pelas cartas recebidas ao carteiro e como não havia televisão, telefone, etc., alguns carteiros passaram a retirar os selos afixados no Rio de Janeiro e recebiam dos destinatários acostumados a pagar. Na volta ele revendia os selos retirados e assim por diante fazia uma receita extra.
Como eles recebiam cerca de 200 réis por dia esta receita adicional passou a ser importante para o condutor das missivas.
Uma vez descoberto isso foram impressos os selos com um tamanho menor: os Inclinados. Enquanto o papel fino proveniente da Grã-Bretanha não vinha, a nova emissão foi impressa no papel remanescente dos Olhos de Boi.
Os Olhos de Boi deixaram de ser empregados no Rio de Janeiro em 1845. Em outras localidades, entretanto, existiam ainda exemplares dos Olhos de Boi. Um destes lugares de acesso difícil era o Mato Grosso. É por essa razão que o ÚLTIMO OLHO DE BOI utilizado sobre uma mensagem é justamente de 1854 com o carimbo de CUIABÁ.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Campanha pela Reforma Tributária e Financeira no Brasil, já!


Se um correntista tivesse depositado R$ 100,00 (Cem Reais) na poupança em qualquer banco, dia 1º de julho de 1994 (data de lançamento do Real), teria hoje na conta R$ 374,00 (Trezentos e Setenta e Quatro Reais). Se esse mesmo correntista tivesse sacado R$ 100,00 (Cem Reais) no Cheque Especial, na mesma data, teria hoje uma dívida de R$139.259,00 (Cento e Trinta e Nove Mil e Duzentos Cinquenta e Nove Reais) no mesmo banco. 

Ou seja: se tivesse usado R$ 100,00 do Cheque Especial hoje estaria devendo o equivalente a nove carros populares. Já com o valor da poupança conseguiria comprar apenas dois pneus. Não é à toa que o Bradesco teve em torno de R$ 2.000.000.000,00 (Dois Bilhões de Reais) de lucro liquido somente no 1º semestre de 2013, seguido de perto pelo Itaú. Dá para comprar um outro banco por semestre! 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Bolo prestígio

Bolo:
  • 3 ovos
  • 1/2 xícara (chá) de óleo
  • 1 xícara (chá) de leite
  • 1 xícara (chá) de açúcar
  • 1 xícara (chá) de chocolate ou achocolatado.(O chocolate em pó deixa mais escuro)
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento
  • Coco ralado a gosto
Calda para molhar:
  • 1 vidro de leite de coco
  • 1 vidro de leite
  • 3 colheres de sopa de açúcar
Recheio:
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher de sopa de margarina
  • 1 pacote de 100g de coco ralado
Cobertura:
  • 3 colheres de sopa de margarina
  • 8 colheres de sopa de açúcar
  • 2 colheres de sopa de achocolatado
  • 2 xícaras de leite

MODO DE PREPARO

    Bolo:
    1. Bata no liquidificador os ovos, o óleo e o leite, por 3 minutos, ou até que a mistura fique esbranquiçada
    2. Reserve
    3. Em um recipiente misture o açúcar, o trigo, o fermento, o chocolate e o coco ralado a gosto
    4. Junte à mistura do liquidificador, pouco a pouco, mexa até que a massa fique consistente
    5. Unte uma forma e despeje a massa
    6. Leve ao forno médio, pré-aquecido, por 30 a 40 minutos, ou até que ao enfiar um palito ele saia limpo
    7. Deixe esfriar, corte ao meio e reserve
    Calda:
    1. Misture tudo e regue o bolo
    Recheio:
    1. Leve tudo ao fogo até desgrudar do fundo, mas não deixe muito consistente
    2. Recheie o bolo
    3. Cubra com a parte de cima, faça uns furos com o garfo e regue com a calda
    Cobertura:
    1. Leve ao fogo até engrossar
    2. Cubra o bolo
    3. Leve para gelar

    segunda-feira, 29 de julho de 2013

    28 de julho de 1938: Morte de Lampião e Maria Bonita


    Na madrugada do dia 28 de julho de 1938, Lampião e Maria Bonita foram pegos numa emboscada da polícia e mortos, junto com alguns cangaceiros do bando. As cabeças deles foram cortadas e exibidas por vários dias em diversas cidades da região como troféus. Apesar das acusações de roubos, saques e assassinatos, Lampião era percebido como o Robin Hood do sertão brasileiro, que roubava de fazendeiros, políticos e coronéis para dar aos pobres miseráveis, que passavam fome e lutavam para sustentar famílias com inúmeros filhos.

    sábado, 20 de julho de 2013

    Dicionário de Fobias

    Todas as fobias existentes podem ser localizadas abaixo, qual é a sua?


    A

    * Abissofobia – medo de abismos, precipícios.
    * Ablepsifobia – medo de ficar cego
    * Ablutofobia – medo de tomar banho.
    * Acarofobia – medo de ter a pele infestada por pequenos organismos (ácaros).
    * Acerofobia – medo a produtos ácidos.
    * Acluofobia – medo ou horror exagerado à escuridão.
    * Acrofobia – medo de altura.
    * Acusticofobia – medo relacionado aos ruídos de alta intensidade.
    * Aeroacrofobia – medo de lugar aberto e alto.
    * Aerodromofobia – medo de viagens aéreas.
    * Aerofobia – medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas.
    * Aeronausifobia – medo de vomitar (quando viaja de avião).
    * Afobia – medo da falta de fobias
    * Agliofobia – medo de sentir dor.
    * Afefobia – medo de ser tocado.
    * Agorafobia – medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos ou deixar lugar seguro.
    * Agrafobia – medo de abuso sexual.
    * Agrizoofobia – medo de animais selvagens.
    * Agirofobia – medo de ruas ou cruzamento de ruas.
    * Aicmofobia – medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos.
    * Ailurofobia – medo de gatos.
    * Aletrorofobia – medo de galinhas. Ver ornitofobia.
    * Algofobia – medo de dor.
    * Amatofobia – medo de poeiras
    * Amaxofobia – medo mórbido de se encontrar ou viajar dentro de qualquer veículo de transporte.
    * Ambulofobia – medo de andar
    * Amnesifobia – medo de perder a memória.
    * Ancraofobia ou Anemofobia – medo de correntes de ar
    * Androfobia – medo de homens
    * Anemofobia – medo de ventos
    * Anginofobia – medo de engasgar
    * Antropofobia – medo de pessoas ou da sociedade
    * Antlofobia – medo de enchentes
    * Anuptafobia – medo de ficar solteiro (a)
    * Apifobia – medo de abelhas
    * Aracnefobia ou Aracnofobia – medo de aranhas
    * Astenofobia – medo de desmaiar ou ter fraqueza
    * Astrofobia ou astrapofobia – medo de trovões e relâmpagos
    * Ataxofobia – medo de desordem.
    * Autofobia medo de si mesmo ou de ficar sozinho
    * Automatonofobia medo de bonecos de ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível)
    * Azinofobia medo de ser agredido pelos pais


    B

    * Bacilofobia ou Bacteriofobia – medo de bactérias
    * Balistofobia – medo de mísseis
    * Basofobia ou basifobia – medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé)
    * Batofobia – medo de profundidade
    * Botanofobia – medo de plantas
    * Batofobia – medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos
    * Batracnofobia – medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs, etc.)
    * Belonofobia – medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia)
    * Blennofobia – medo de limo ou coisas viscosas
    * Brontofobia – medo de trovões e relâmpagos
    * Biofobia – medo da vida

    C

    * Cacorrafiofobia – medo de fracasso ou falhar
    * Caetofobia – medo de pêlos
    * Cainofobia ou cainotofobia – medo de novidades
    * Catagelofobia – medo do ridículo (estar ou ser)
    * Catapedafobia – medo de saltar de lugares baixos ou altos
    * Catoptrofobia – medo de espelhos
    * Cenofobia ou centofobia – medo que caracteriza-se pela aversão e medo mórbido de sentir inquietação de grandes espaços abertos.
    * Cimofobia – medo de ondas ou de movimentos parecidos com ondas
    * Cinetofobia ou cinesofobia – medo de movimento
    * Cinofobia – medo de cães
    * Cipridofobia, ciprifobia, ciprianofobia, ou ciprinofobia – medo de prostitutas ou doença venéreas
    * Ceraunofobia – medo de trovão
    * Copofobia – medo da fadiga
    * Corofobia – medo de dançar
    * Coniofobia – medo de poeira (amatofobia)
    * Cosmicofobia – medo de fenômenos cósmicos
    * Crometofobia ou crematofobia – medo de dinheiro
    * Cromofobia ou cromatofobia – medo de cores
    * Cronofobia – medo do tempo
    * Cronomentrofobia – medo de relógios
    * Claustrofobia – medo de espaços confinados ou lugares fechados ou seja, o oposto da agorafobia
    * Cleitrofobia ou cleisiofobia – medo de ficar trancado em lugares fechados
    * Cleptofobia – medo de ser roubado
    * Climacofobia – medo de degraus (subir ou cair de degraus)
    * Clinofobia – medo de ir para cama
    * Clitrofobia ou cleitrofobia – medo de ficar fechado
    * Cnidofobia – medo de cordas
    * Cometofobia – medo de cometas
    * Coimetrofobia – medo de cemitérios
    * Contreltofobia – medo de abuso sexual
    * Coprofobia – medo de fezes
    * Coulrofobia – medo de palhaços
    * Cremnofobia – medo de precipícios
    * Criofobia – medo de frio intenso, gelo ou congelamento
    * Cristãofobia, cristofobia ou cristianofobia – medo dos cristãos

    D

    * Deipnofobia – medo de jantar e conversas do jantar
    * Demonofobia – medo de demônios
    * Demofobia – medo de multidão (Agorafobia)
    * Dendrofobia – medo de árvores
    * Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia – medo de doenças de pele
    * Dextrofobia – medo de objetos do lado direito do corpo
    * Diabetofobia – medo de diabetes
    * Dinofobia – medo de vertigens ou redemoinho
    * Diplofobia – medo de visão dupla
    * Dipsofobia – medo de beber
    * Disabiliofobia – medo de se vestir na frente de alguém
    * Dismorfofobia – medo de deforbia – medo de demôniomidade
    * Distiquifobia – medo de acidentes
    * Domatofobia ou oiquofobia – Medo de casas ou estar em casa
    * Dorafobia – medo de pele de animais
    * Dromofobia – medo de cruzar ruas

    E

    * Eisoptrofobia – medo de espelhos ou de se ver no espelho
    * Electrofobia – medo de eletricidade
    * Eleuterofobia – medo da liberdade
    * Elurofobia – medo de gatos (ailurofobia)
    * Emetofobia – medo de vomitar
    * Enoclofobia – medo de multidão
    * Enosiofobia ou enissofobia – medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável
    * Entomofobia – medo de insetos
    * Epistaxiofobia – medo de sangrar do nariz
    * Epistemofobia – medo do conhecimento
    * Equinofobia – medo de cavalos
    * Eremofobia – medo de ficar só
    * Ereutrofobia – medo de ficar vermelho
    * Ergasiofobia – medo de trabalhar ou de operar (cirurgião)
    * Ergofobia – medo do trabalho
    * Eritrofobia, eritofobia ou ereutofobia – medo de luz vermelha ou do vermelho
    * Eretofobia – medo mórbido de sentir dor durante relações sexuais
    * Esciofobia ou esciafobia – medo de sombras
    * Escolecifobia – medo de vermes
    * Escopofobia ou escoptofobia – medo de estar sendo olhado
    * Escotofobia – medo de escuro
    * Escotomafobia – medo de cegueira
    * Esfecsofobia – medo de marimbondos
    * Espectrofobia – medo de fantasmas ou espectros
    * Estasibasifobia ou estasifobia – medo de ficar de pé ou andar (ambulofobia)
    * Estaurofobia – medo de cruz ou crucifixo
    * Estenofobia – medo de lugares ou coisas estreitas
    * Estigiofobia – medo do inferno
    * Estupefaçofobia – medo de estupefacientes ou de os consumir
    * Estupofobia – medo de pessoas estúpidas

    F

    * Fagofobia – medo de engolir ou de comer
    * Falacrofobia – medo de tornar-se careca
    * Farmacofobia – medo de tomar remédios
    * Febrifobia, fibrifobia ou fibriofobia – medo de febre
    * Fengofobia – medo da luz do dia ou nascer do sol
    * Felinofobia – medo de gatos (ailurofobia, elurofobia, galeofobia, gatofobia)
    * Filemafobia ou filematofobia – medo de beijar
    * Filofobia – medo de enamorar
    * Filosofobia – medo de filosofia
    * Fobia Social – medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente)
    * Fobofobia – medo de fobias
    * Fonofobia – medo de barulhos ou vozes ou da própria voz; de telefone
    * Fotoaugliafobia – medo de luzes muito brilhantes
    * Fotofobia – medo de luz
    * Fronemofobia – medo de pensar
    * Ftisiofobia – medo de tuberculose
    * Flatusfobia – medo de liberar flatos a valer

    G

    * Galeofobia ou gatofobia – medo de gatos
    * Gamofobia – medo de casar
    * Gefirofobia, gefidrofobia ou gefisrofobia – medo de cruzar pontes
    * Geliofobia – medo de rir
    * Geniofobia – medo de manter a cabeça erguida
    * Gerascofobia – medo de envelhecer
    * Gerontofobia – medo de pessoas idosas
    * Geumafobia ou geumofobia – medo de sabores
    * Gimnofobia – medo de nudez
    * Ginofobia, ginefobia ou ginecofobia – medo de mulheres
    * Glossofobia – medo de falar ou tentar falar em publico
    * Gnosiofobia – medo do conhecimento

    H

    * Hadefobia – medo do inverno
    * Hagiofobia – medo de santos ou coisas santas
    * Hamartofobia – medo de pecar (pecados)
    * Hafefobia ou haptefobia – medo de ser tocado ou de tocar em alguém ou em alguma coisa
    * Harpaxofobia – medo de estar sendo roubado
    * Hedonofobia – medo de sentir prazer
    * Heliofobia – medo do sol
    * Hemofobia, hemafobia ou hematofobia – medo de sangue
    * Heresifobia ou hereiofobia – medo de desafiar a doutrina oficial (governo)
    * Herpetofobia – medo de répteis ou coisa que arrastam
    * Heterofobia – etimologicamente medo do sexo oposto, uso comum: medo da heterossexualidade
    * Hidrargiofobia – medo de medicamentos mercuriais
    * Hidrofobia – medo de água
    * Hidrofobofobia – medo de raiva (doença)
    * Hielofobia ou hialofobia – medo de vidro
    * Hierofobia – medo de padres ou coisas sacras
    * Higrofobia – medo de líquidos ou umidade
    * Hilefobia – medo de materialismo ou de epilepsia
    * Hilofobia – medo de florestas
    * Hipengiofobia ou hipegiafobia – medo de responsabilidade
    * Hipnofobia – medo de dormir ou ser hipnotizado
    * Hipofobia – medo de casas
    * Hipsifobia – medo de altura
    * Hobofobia – medo de bêbados ou mendigos
    * Hodofobia – medo de atravessar estradas
    * Hormefobia – medo de ficar abalado ou chocado
    * Homiclofobia – medo de neblina
    * Hominofobia – medo de homens
    * Hoplofobia – medo de armas de fogo
    * Homofobia – etimologicamente medo do semelhante, uso comum: medo da homossexualidade
    * Hipopotomonstrosesquipedaliofobia – medo de palavras grandes
    * Humilhofobia – medo de ser humilhado

    I

    * Iatrofobia – medo de ir ao médico
    * Ictiofobia – medo de peixe
    * Ideofobia – medo de ideias
    * Ilingofobia – medo de vertigem ou sentir vertigem quando olha para baixo
    * Iofobia – medo de veneno
    * Insectofobia – medo de insectos
    * Isolofobia – medo da solidão, de estar sozinho, o medo de ficar isolado
    * Isopterofobia – medo de cupins

    J

    L

    * Lachanophobia ou lachanofobia – medo de vegetais
    * Laliofobia ou lalofobia – medo de falar
    * Leprofobia ou leprafobia – medo de lepra
    * Ligirofobia – medo de barulhos
    * Ligofobia – medo de escuridão
    * Lilapsofobia – medo de furacões
    * Limnofobia – medo de lagos
    * Linonofobia – medo de cordas
    * Lissofobia – medo de ficar louco
    * Literofobia – medo de letras
    * Liticafobia – medo de processos (civil)
    * Locquiofobia – medo de nascimento (criança)
    * Logizomecanofobia – medo de computadores
    * Logofobia – medo de palavras
    * Luefobia – medo de sífilis (lues)

    M

    * Mageirocofobia – medo de cozinhar
    * Maieusiofobia – medo da infância
    * Malaxofobia – medo de amar (sarmassofobia)
    * Maniafobia – medo de insanidade
    * Mastigofobia – medo de punição
    * Mecanofobia – medo de máquinas
    * Megalofobia – medo de coisas grandes
    * Melanofobia – medo de cor preta
    * Melissofobia – medo de abelhas
    * Melofobia – medo ou ódio de música
    * Meningitofobia – medo de doença nervosa
    * Merintofobia – medo de ficar amarrado
    * Metalofobia – medo de metal
    * Metatesiofobia – medo de mudar
    * Meteorofobia – medo de meteoros
    * Metifobia – medo de álcool
    * Metrofobia – medo ou ódio de poesia
    * Micofobia – medo ou aversão por cogumelos
    * Microbiofobia – medo de micróbios (bacilofobia)
    * Microfobia – medo de coisas pequenas
    * Mictofobia – medo de escuridão
    * Mirmecofobia – medo de formigas
    * Misofobia – medo de germens, contaminação ou sujeira
    * Mitofobia – medo de mitos, histórias ou declarações falsas
    * Mixofobia – medo de qualquer sustância viscosa (blenofobia)
    * Molismofobia ou molisomofobia – medo de sujeira ou contaminação
    * Monofobia – medo de solidão ou ficar só
    * Monopatofobia – medo de doença incurável
    * Motefobia – Medo de borboleta e mariposa
    * Motorfobia – medo de automóveis
    * Musofobia ou murofobia – medo de ratos

    N

    * Narigofobia – medo de narizes
    * Nebulafobia – medo de neblina (homiclofobia)
    * Necrofobia – medo de morte ou coisas mortas
    * Nelofobia – medo de vidro
    * Neofarmafobia – medo de medicamentos novos
    * Neofobia – medo de qualquer coisa nova
    * Nefofobia – medo de nevoeiros
    * Nictofobia – medo da escuridão ou da noite
    * Noctifobia – medo da noite
    * Nictohilofobia – medo de florestas escuras ou a noite
    * Nipofobia – medo de japonês ou cultura japonesa
    * Nosocomefobia – medo de hospital
    * Nosofobia ou nosemafobia – medo de ficar doente
    * Nostofobia – medo de voltar para casa
    * Novercafobia – medo da madrasta
    * Nucleomitufobia – medo de armas nucleares
    * Nudofobia – medo de nudez

    O

    * Obesofobia – medo de ganhar peso (pocrescofobia)
    * Oclofobia – medo de multidão
    * Ocofobia – medo de veículos
    * Odinofobia ou odinefobia – medo da dor (algofobia)
    * Odontofobia – medo de dentista ou cirurgia odontológica
    * Oenofobia – medo de vinhos
    * Ofidiofobia – medo de cobras
    * Oftalmofobia – medo de estar sendo vigiado
    * Olfactofobia – medo de cheiros
    * Ombrofobia – medo de chuva ou de estar chovendo
    * Ometafobia ou omatofobia – medo de olhos
    * Oneirofobia – medo de sonhos
    * Onomatofobia – medo de ouvir certas palavras ou nomes
    * Ostraconofobia – medo de ostras
    * Orientalofobia – medo de orientais
    * Ornitofobia – medo de passaros
    * Octofobia – medo do numero 8

    P

    * Pedofobia – medo das crianças.
    * Pirofobia – medo do fogo.

    Q

    * Quadrofobia – medo de ir ao quadro
    * Quemofobia – medo de substâncias químicas ou de trabalhar com elas
    * Quenofobia – medo de espaços vazios
    * Quifofobia – medo de parar
    * Quimofobia – medo de ondas
    * Quionofobia – medo de neve
    * Quinofobia – medo de raiva (doença)
    * Quiraptofobia – medo de ser tocada(o)
    * quilofobia -medo de esquilos ou qualquer um roedor.

    R

    * Rabdofobia – medo de ser severamente punido
    * Radiofobia – medo de radiação, raio-x
    * Ripofobia – medo de defecar
    * Ritifobia – medo de ficar enrugado
    * Rupofobia – medo de sujeira

    S

    * Sarmassofobia – medo de seduzir e de participar de jogos de sedução
    * Satanofobia – medo de satã (demônio)
    * Selafobia – medo de flashes (luzes)
    * Selachofobia – medo de tubarões
    * Selenofobia – medo da lua
    * Seplofobia – medo de material radiativo
    * Sesquipedalofobia – medo de palavras grandes
    * Sexofobia – medo do sexo oposto (heterofobia)
    * Siderodromofobia – medo de trem ou viagem de trem
    * Siderofobia – medo de estrelas
    * Sinistrofobia – medo de coisas do lado esquerdo, mão esquerda
    * Sinofobia – medo de chinês ou cultura chinesa
    * Sitofobia ou Sitiofobia – medo de comida ou comer (cibofobia)
    * Socerafobia – medo de padrasto ou madrasta
    * Sociofobia – medo da sociedade ou de pessoas em geral
    * Somnifobia – medo de dormir
    * Simmetrofobia – medo de simetria
    * Singenesofobia – medo de parentes
    * Sifilofobia – medo de sífilis
    * Sofofobia – medo de aprender
    * Soteriofobia – medo de dependência dos outros
    * Surifobia – medo de camundongo (rato)
    * Simbolofobia – medo de símbolos

    T

    * Tacofobia ou Tachofobia – medo de velocidade
    * Taeniofobia ou Teniofobia – medo de solitária (tênia)
    * Tafofobia ou tafefobia – medo de ser enterrado vivo
    * Talassofobia – medo do mar
    * Tanatofobia ou tantofobia – medo da morte ou de morrer
    * Tapinofobia medo de ser contagioso
    * Taurofobia – medo de touro
    * Teatrofobia – medo de teatro
    * Tecnofobia – medo de tecnologia
    * Telefonofobia – medo de telefone
    * Teleofobia – medo de definir planos ou de cerimônias religiosas
    * Teofobia – medo de Deus ou de religião
    * Teologicofobia – medo de teologia
    * Teratofobia – medo de crianças ou pessoas deformadas
    * Termofobia – medo de calor
    * Testofobia – medo de fazer provas (escolares)
    * Tetanofobia – medo de tétano
    * Tiranofobia – medo de tiranos
    * Tocofobia – medo de gravidez
    * Tomofobia – medo de cirurgia
    * Tonitrofobia – medo de trovão
    * Topofobia – medo de certos lugares ou situações, que dão medo ou pavor
    * Toxifobia, toxofobia ou toxicofobia – medo de se envenenar
    * Traumatofobia – medo de traumas (físicos)
    * Tripanofobia – medo de injeções
    * Triscaidecafobia – medo do número 13
    * Tropofobia – medo de mudar ou fazer mudanças

    U

    * Uranusfobia – medo do planeta Urano
    * Uranofobia – medo do céu
    * Urifobia – aversão e medo mórbido irracional, desproporcional persistente e repugnante a fenômenos paranormais
    * Urofobia – medo de urina ou do ato de urinar
    * Uiofobia – medo dos próprios filhos; medo da prole.

    V

    * Vacinofobia – medo de vacinação
    * Verbofobia – medo de palavras
    * Verminofobia – medo de vermes
    * Virginitifobia – medo de estupro
    * Vitricofobia – medo do padrasto

    X

    * Xantofobia – 1 – da cor amarela. 2 – qualquer objeto de cor amarela.
    * Xenofobia – medo de estrangeiros ou estranhos
    * Xerofobia – medo de secura, aridez
    * Xilofobia – medo de objetos de madeira ou de floresta

    Z

    * Zelofobia – medo de ter fazer sexo
    * Zoofobia – medo de animais

    sexta-feira, 12 de julho de 2013

    Entendam a nossa bandeira Imperial

    O verde e o amarelo da nossa bandeira, portanto, não simbolizam matas, nem mesmo minério ou ouro. E sim a Casa Imperial do Brasil.

    terça-feira, 2 de julho de 2013

    Os gabinetes do Império do Brasil

    Entre 1847 e 1889 o titular do cargo era oficialmente denominado "presidente do Conselho de Ministros", referido pela imprensa normalmente como "presidente do Gabinete". Pela Constituição Política do Império do Brasil, o chefe do Executivo era o Imperador D. Pedro II. O cargo de presidente do Conselho de Ministros foi criado, pelo decreto nº 523, em 20 de julho de 1847, sendo que este regime parlamentarista jamais foi inserido na Constituição imperial. Os gabinetes ministeriais que existiram de 1840 até 1847 não contavam com a figura do Presidente do Conselho. O número de ministros era pequeno, para os padrões brasileiros atuais, eram 6 os ministérios, sendo que, em 1860, foi criado o sétimo ministério pelo Decreto Legislativo n. 1.067 de 28 de julho de 1860, a Secretaria de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. A duração do Gabinete dependia do respaldo que o mesmo tinha na Câmara dos Deputados e do apoio do Imperador. Se a Câmara do Deputados se incompatibilizasse com o Gabinete, cabia ao Imperador ou dissolver o gabinete ou dissolver a Câmara. Houve 32 gabinetes neste período parlamentarista do império brasileiro, de 1847 a 1889, com a presença da figura do presidente do Conselho de Ministros. A média de duração de cada Gabinete era menos de 2 anos.

    sexta-feira, 14 de junho de 2013

    Viagem de D. Pedro II ao Interior de Minas Gerais


    Numa viagem ao interior de Minas, D. Pedro II observou que no meio de uma multidão compacta uma negra fazia grande esforço para se aproximar, mas as pessoas à sua volta procuravam impedi-la. Compadecido, ordenou que a deixassem aproximar-se, e ela se apresentou:
    - Meu senhor, eu sou Eva, uma escrava fugida, e venho pedir a Vossa Majestade a minha liberdade.
    O imperador mandou tomar as notas necessárias, prometeu dar-lhe a liberdade quando regressasse, e efetivamente entregou à cativa o documento de alforria. Algum tempo depois, indo a uma das janelas do palácio de São Cristóvão, no Rio, viu um guarda tentando impedir que uma preta velha entrasse. Sua memória prodigiosa reconheceu imediatamente a ex-escrava de Minas, e ele ordenou:
    - Entre aqui, Eva!
    A preta precipitou-se porta adentro, e entregou ao seu protetor um saco de abacaxis, colhidos na roça que plantara depois de liberta.

    domingo, 9 de junho de 2013

    Rede Manchete - Saudades

    A Rede Manchete, que estaria completando 30 anos de atividade em 2013, caso ainda estivesse no ar.

    A emissora, que estreou no dia 5 de junho de 1983, foi encerrada em 10 de maio de 1999 após uma sucessão de erros de planejamento, os quais acarretaram em milionárias dívidas. Salários atrasados, investimentos mal sucedidos, aliados à queda drástica de audiência e a fuga de profissionais renomados para canais com maior estabilidade, como a Globo, Record e SBT, culminaram no encerramento de suas atividades menos de 20 anos após sua inauguração.

    Com um pacote gráfico futurístico e inovador, a Manchete prometia revolucionar a televisão brasileira. Na sua noite de estreia, foi exibido o filme "Contatos Imediatos do Terceiro Grau", de Steven Spielberg, que impôs a primeira grande e amarga derrota à Globo no Rio por um placar de 27 a 12 pontos.

    A Rede Manchete apostou em uma dramaturgia inovadora e diferente da que a Globo levava ao ar, investindo na contratação de nomes em ascensão no canal carioca e emplacando novelas de bons resultados, como "Kananga do Japão", "A História de Ana Raio e Zé Trovão", "Mandacaru" e "Xica da Silva", porém seu grande sucesso foi "Pantanal". "Pantanal" chegou a ser apresentada à Globo anos antes de Benedito assinar com a Manchete, mas acabou preterida pela direção da emissora. Entre as supostas alegações estavam o alto custo que seria deslocar uma equipe de gravação para um local tão distante e desprovido de estrutura, como o pantanal mato-grossense.

    A programação infantil sempre teve destaque e a rede foi uma das poucas a investir em animes japoneses e em séries como "Cavaleiros do Zodíaco", "Jaspion", Sailor Moon", entre outros.

    Com grande foco na política, economia e diferenciando-se por não ceder à apelação policial, a Manchete também teve um jornalismo de bastante prestígio. Coberturas, como a do Carnaval do Rio de Janeiro, que hoje são de alto valor comercial, devem parte de sua valorização à Manchete, que sempre apostou pesado nos desfiles. Outros eventos esportivos, como a Copa do Mundo, também tiveram atenção especial por parte do núcleo de jornalismo.

    Porem, a Manchete sofreu uma série de baixas ao longo dos anos 90. O sucesso de "Pantanal", aliado ao bom desempenho de atores e diretores, chamou a atenção da Globo, que trouxe de volta vários nomes e contratou outros da concorrente. Os primeiros sinais de decadência da Manchete foram perceptíveis em 1998. "Mandacaru", na época em cartaz, apesar de bons números, exigia altos investimentos e não tinha um bom retorno comercial. Os noticiários e a linha de shows também já não vinham com o mesmo apelo de antigamente.

    A maior parte das afiliadas migrou para a Band, Record e SBT e a gestão dos herdeiros de Adolpho Bloch, falecido no fim de 1995, após um certo êxito no começo, começou a desandar. Chegaram até à recorrer a uma parceria com a Igreja Renascer em Cristo, mas tudo definitivamente acabou quando o empresário Amilcare Dallevo comprou o espólio do canal. Para fugir das dívidas, ele fechou a Manchete e utilizou a concessão para criar um novo canal, a RedeTV!.

    A RedeTV! chegou a manter alguns nomes da Manchete. Entretanto, em nenhum momento dos seus mais de 13 anos de história, o canal chegou a ter estrutura similar à da antecessora. Até hoje, a RedeTV! jamais veio a produzir uma novela sequer e seu núcleo artístico, de jornalismo e de esportes é bem mais enxuto se comparado ao da empresa da família Bloch.

    Atualmente o nome "Manchete" pertence à TV Pampa, afiliada da RedeTV! no Rio Grande do Sul. Desde o fim da Manchete, rumores surgem com frequência sugerindo uma retomada da emissora ou o reaproveitamento do nome de alguma forma, o que nunca aconteceu.

    sexta-feira, 7 de junho de 2013

    Como fazer um bolo de fraldas para chá de bebê



    Você vai precisar de:

    1 pacotão de fraldas tamanho M – comprei um pacotão com 80 fraldas, sobraram algumas poucas. Fiquei com dó de usar as fraldas Pampers pra isso, então comprei um pacote de uma outra marca mais barata;

    borrachinhas de dinheiro – comprei um pacote delas também, devia ter mais de 100, mas é super baratinho;

    1 bandeja ou prato redondo para servir de suporte – eu comprei um de papelão;

    1 rolo de papel higiênico 1 rolo de papel toalha – só o rolo mesmo;

    fita adesiva;

    barbante;

    fitas para decorar.

    Como fazer:

    Primeiro você deve juntar o rolo de papel higiênico no rolo de papel toalha, um dentro do outro. Serve para alongar – no caso de um bolo de três andares.

    Depois você prende com a fita adesiva o rolo no prato que está servindo de base. Está pronta a base do bolo.

    Aí você deve fazer os rolinhos. Pegue uma fralda no sentido do comprimento e enrole bem apertadinha, prendendo com a borrachinha de dinheiro. Faça vários rolinhos.

    Depois é hora de começar a montar o bolo. Passe um elástico no rolo, e vá colocando dentro dele os rolinhos de fralda, com a parte da emenda voltada para dentro para ficar mais bonitinho. Precisa ter cuidado para não arrebentar o elástico. Se sentir que ele não estica mais, vale passar um barbante por fora, foi o que eu fiz.

    Terminada a base, vamos para a segunda camada do bolo. Passe outro elástico no rolo e siga colocando as fraldas. Depois faça a mesma coisa com a terceira e última camada. Para tapar o buraco do rolo de papel higiênico, coloque um rolinho de fralda dentro dele.

    Depois, é só decorar com fitas coloridas para esconder os elásticos e enfeitar o topo do bolo. Dá para usar ursinhos de pelúcia, sapatinhos, bonecos etc, o que sua criatividade mandar!

    quinta-feira, 6 de junho de 2013

    Novo símbolo de acessibilidade

    É criado e adotado um novo símbolo de acessibilidade: um símbolo mais dinâmico mostra o deficiente seguindo em frente, proativo e não estático como o símbolo anterior. A cidade de Nova Iorque irá adotá-lo como símbolo oficial.



    segunda-feira, 3 de junho de 2013

    Origem dos nomes de alguns bairros cariocas

    "Ipanema" significa "águas perigosas" em tupi.

    "Tijuca" em tupi-guarani significa brejo, lamaçal.

    "Guaratiba" em tupi-guarani significa morada ou sítio das garças.

    "Copacabana" significa mirante do azul, na língua Inca Quichua. Também existe uma cidade boliviana nas margens do Lago Titicaca com o nome de Copacabana. Originalmente, o nome do bairro era Sacopenapã.

    "Engenho da Rainha" fez parte das terras pertencentes à rainha Dona Carlota Joaquina, casada com D. João VI e mãe de Dom Pedro II, por isso este nome.

    "Grajaú" foi dado em homenagem a cidade de Grajaú, terra natal do engenheiro que projetou o bairro, no interior do Maranhão. Várias ruas do bairro tem nome de cidades e rios maranhenses.

    "Leblon". O nome teve sua origem numa chácara pertencente ao francês Charles Le Bron que existia no local em meados do Século XIX.

    "Leme", por causa da Pedra do Leme, contornada pelas praias da Urca e Botafogo e cujo formato, visto de cima, se assemelha ao do leme de um navio.

    "Ilha do Governador", habitada pelos índios Temiminós, que a abandonaram em conseqüência dos ataques de inimigos Tamoios e traficantes franceses de pau-brasil, os quais foram definitivamente expulsos em 1567, pelos portugueses foi doada a 5 de setembro desse ano por Mem de Sá a seu sobrinho Salvador Correia de Sá (o Velho), futuro governador (dái o nome do bairro) da capitania.

    "Vila Isabel", batizado em homenagem à Princesa Isabel.

    "Gávea" devido à vista privilegiada da Pedra da Gávea (embora esta se localize em São Conrado, outro bairro), que por sua vez foi assim batizada por ter em seu topo uma formação rochosa semelhante à gávea dos navios.

    "Flamengo" é uma homenagem ao navegador flamengo, na verdade holandês, Olivier Van Noort, conhecido como Le Bron( que deu origem ao nome Leblon).

    "Cosme Velho", é uma homenagem ao comerciante português Cosme Velho Pereira que, no século XVI, habitava a parte mais alta do vale do Carioca. Na parte mais baixa do vale havia grande número de laranjeiras, também originando o nome do bairro vizinho, "Laranjeiras".

    "Pavuna". Dentre as numerosas "ocaras" alinhadas na sua margem direita, uma, pelo menos, que corresponderia à de "Upabuna", estaria localizada às margens do rio a que deu nome, o rio Pavuna.

    "Glória" O bairro deve seu nome à Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, uma das primeiras construídas na cidade no século XVIII, em torno da qual se consolidou o povoamento da região. Nela fora batizado Afonso Henriques de Lima Barreto e teve papel de destaque na corte de Dom João VI.

    "Bangu" possui 2 versões para o nome: "paredão negro ou escurecido", numa referência à grande sombra projetada pelo Maciço da Pedra Branca sobre o vale onde Bangu se localiza. A segunda versão atribuí a palavra "banguê" (corruptela de bangu), vocábulo africano, simbolizando uma espécie de padiola construída de couro ou trançado de fibras, amarrada a dois varais e conduzida por dois homens, usada para transporte de cana-de-açúcar, tijolos e outros materiais. É possível, inclusive, que desse processo meio desordenado de transporte tenha surgido a conhecida expressão "à bangu", que é "fazer alguma coisa sem a menor técnica, de improviso".

    "Madureira" era a região de uma fazenda existente na época, arrendada por Lourenço Madureira.

    "Penha", em homenagem à Nossa Senhora da Penha, por causa de uma lenda de um viajante francês que percorria o Brasil e estava em São Paulo. Uma noite pernoitou lá pelos lados de onde hoje é o bairro. Amarrada ao cavalo estava uma imagem de Nossa Senhora. Ele acordou no outro dia e pôs-se a caminho. Léguas mais tarde deu pela falta da santa, voltou e encontrou a imagem no mesmo lugar onde estava dormindo. Colocou-a de volta no alforje e partiu. Horas depois o viajante descobre que a Nossa Senhora não está mais com ele. Volta novamente, e lá está ela, no mesmo lugar. Aí chegou à conclusão que a santa escolhera aquele lugar para ficar. Assim o francês construiu ali uma capela.

    "Santa Cruz" porque os jesuítas colocaram uma grande cruz de madeira, pintada de preto, encaixada em uma base de pedra sustentada por um pilar de granito. Mais tarde, já durante o Império, o cruzeiro seria substituído por outro de dimensões menores. E, atualmente existe uma cruz no mesmo local, mas não é o cruzeiro histórico, e sim uma réplica que foi erigida durante o comando do então Coronel Carlos Patrício Freitas Pereira. O cruzeiro deu nome à Santa Cruz.

    "Méier", em homenagem a Augusto Duque Estrada Méier, proprietários das terras que hoje são o bairro.

    "Cidade Nova" tem registros que remontam ao período do reinado de D. João VI. Até o início do século XIX, a região era um alagadiço que servia de rota de passagem entre o Centro e as zonas rurais da Tijuca e São Cristóvão. Com os aterros feitos com a intenção de melhorar esta travessia, surgiu o projeto de impulsionar o crescimento da cidade para a área, daí o nome.

    "Estácio", em homenagem ao fundador da cidade, Estácio de Sá.

    "Santa Teresa" , surgiu a partir do convento de mesmo nome localizado na região.

    "Santo Cristo" O bairro deve seu nome à Igreja do Santo Cristo, construída em frente ao cais do porto.

    "São Clemente" por causa de um grande proprietário de terrenos naquela parte da cidade, o Sr. Clemente de Matos, muito devoto do santo do qual havia herdado o nome.

    "Saúde" recebeu este nome por origem de uma promessa religiosa a Nossa Senhora da Saúde, que salvou a esposa de um rico comerciante português, que ergueu uma capela sobre um morro rochoso de frente ao mar.

    "Realengo" significa 'Real Engenho', que abreviado lia-se 'Real Engo.'

    "Botafogo" acabou sendo batizado em 1590, quando Antônio Francisco Velho vendeu suas terras para um amigo, João Pereira de Souza Botafogo.

    "Humaitá" Seu nome provém da batalha do Humaitá, travada na Guerra do Paraguai.

    "Vila Valqueire", que, na verdade, era um terreno que media 5 alqueires. Como a placa fazia a indicação com algarismos romanos, V Alqueire virou Valqueire.

    "Piedade" foi batizado desse jeito graças a um de nossos imperadores. Parece que antigamente o nome era "Terra dos Gambás" (por existirem gambás aos montes) e os moradores se reuniram e escreveram uma carta ao Imperador "solicitando, por piedade, a troca no nome". Parece que nossa majestade levou ao pé da letra.

    "Inhoaíba" era "Terras do Senhor Aníbal". Como se falava Nhô Anibal, pegou.

    "Jardim Botânico" leva esse nome por ser a localização do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
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    "Andaraí" seu nome provém da expressão indígena "Andirá-y", que significa "Rio dos Morcegos", na linguagem dos índios tamoios que habitavam a região. O "Rio dos Morcegos" hoje é denominado Rio Joana, que atravessa o bairro, dividindo as duas pistas da Rua Maxwell.

    "Paquetá" , o nome da ilha é de origem Tupi e significa "muitas conchas".

    "Brás de Pina" deve-se ao antigo proprietário de suas terras, Brás de Pina, que aqui mantinha um engenho de açúcar no século XVIII.

    "Maracanã" vem do tupi maraka'nã, que significa papagaio. Provavelmente o rio homônimo recebeu este nome por ter suas cercanias habitadas por uma ou mais espécies destes pássaros.

    "Sepetiba" , em tupi, significa sítio dos sapês. A região já foi coberta de florestas.

    "Largo do Pechincha" recebeu o nome devido ao comércio tradicional e forte, onde funcionava um grande mercado, freqüentado por pessoas de todas as partes da cidade que barganhavam na hora de comprar as mercadorias. Então, quando se queria comprar alguma coisa, as pessoas diziam que iam pechinchar no largo.

    "Jacarepaguá" deriva-se de três palavras da língua Tupi-Guarani: YACARE (jacaré), UPÁ (lagoa) e GUÁ (baixa) - A "Baixa lagoa dos jacarés". Na época da colonização, as lagoas da baixada de Jacarepaguá eram repletas de jacarés.

    "Olaria", deu-se em virtude dos senhores de engenho, que mantinham no local inúmeros desses fornos, sendo a primeira olaria construída em 1821, no século XIX, por iniciativa da família Ferreira, aproveitando a abundância de barro oriundo do Morro do Alemão, pertencente àquela época a dita família.